Mostrando postagens com marcador Disrupção. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Disrupção. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 7 de junho de 2019

Disrupção Montadoras - Estacionamentos - Queda de Viagens Ônibus - Micro Mobilidade (Bikes, Patinetes, etc. elétricos) - Nissan Leaf: R$50 = 240 Km (EV-Veículo Elétrico) => Abundância ou Desastre?






‘Efeito Uber’ provoca revolução nos estacionamentos 
Disrupção Estacionamentos: buscam reinvenção com uma série de novos serviços, entre carros compartilhados, bicicletários e prestação de serviços

https://link.estadao.com.br/noticias/inovacao,efeito-uber-provoca-revolucao-nos-estacionamentos,70002856454

Parte de:  Mobilidade-como-um-Serviço (MaaS) descreve uma mudança de propriedade pessoal de meios de transporte para soluções de mobilidade  que são consumidos como um serviço.

Isso é possibilitado  através da combinação de serviços de transporte públicos e prestadores privados de serviços de transporte, através de um servidor de acesso unificado  que cria e gerencia a viagem, a qual os usuários podem pagar com uma única conta.

Os usuários podem pagar por viagem ou uma taxa mensal para uma distância limitada. O conceito-chave por trás de MaaS é oferecer aos viajantes soluções de mobilidade com base em suas necessidades de viagem.  (...)

https://pt.wikipedia.org/wiki/Mobilidade_como_servi%C3%A7o


Viagens de ônibus: queda - Mudanças Mobilidade Urbana
Custo alto, má qualidade dos carros, ineficiência das rotas levam passageiros à busca de alternativas de mobilidade.


*São Paulo*
SP tem menor número de viagens de ônibus em 10 anos
Uso do bilhete único caiu 50% em 2017. Elevação da tarifa faz passageiro buscar outras formas de transporte

https://www.mobilize.org.br/noticias/10823/sp-tem-menor-numero-de-viagens-de-onibus-em-10-anos.html

*Belo Horizonte*
Queda no número de usuários de ônibus é a maior em 11 anos
Entre 2016 e 2017, coletivos perderam 33 milhões de passageiros, que consideram o modal caro e sem qualidade

https://www.otempo.com.br/cidades/queda-no-n%C3%BAmero-de-usu%C3%A1rios-de-%C3%B4nibus-%C3%A9-a-maior-em-11-anos-1.2009836

*Belém*
(...) Em 2018, a quantidade média de passageiros pagantes/mês foi de 17.108.573. "Se comparado ao ano anterior, esse número sofreu uma redução de aproximadamente 1.800.000 pagantes. (..)

https://www.oliberal.com/belem/em-24-horas-35-ônibus-ficaram-no-prego-em-belém-1.112145

*Curitiba*
2018/2017 = menos 2,89 milhões
2017/2016 = queda foi de 19,8 milhões
2016/2015 = diferença foi de 17,6 milhões de passageiros

“A crise econômica gerou uma queda muito grande no uso do vale-transporte.?As facilidades para comprar carros e a concorrência dos aplicativos de transporte também pesaram”,

https://www.gazetadopovo.com.br/politica/parana/transporte-coletivo-tem-reducao-de-quase-3-milhoes-de-passageiros-em-2018-e57cgyw3pfyko0nv2y5ydovv9/

*Maceió*
Empresas de ônibus registram pior queda de passageiros da história em *Maceió*
Comparado com 2015, houve uma redução de 24%, o que significa um prejuízo mensal de 6 milhões e 72 milhões ao ano
O primeiro mês de 2019 registou o pior número de passageiros da história das empresas de transporte de Maceió,...

https://maceio.7segundos.com.br/noticias/2019/02/20/133485/empresas-de-onibus-registram-pior-queda-de-passageiros-da-historia-em-maceio.html

*Natal*
Número de passageiros de ônibus em *Natal* cai 22% em cinco anos
Crise econômica e desemprego de um lado, aumento da frota de veículos particulares..., somados à ineficiência do serviço de transporte público, aos novos padrões de consumo, e ao advento de aplicativos de transporte individual.

http://www.tribunadonorte.com.br/noticia/naomero-de-passageiros-de-a-nibus-em-natal-cai-22-em-cinco-anos/423417


*ANUÁRIO: Pelo quarto ano seguido ônibus urbano perde passageiros* 01/08/2018 | NTU
Estudo feito pela NTU mostra queda de 3,6 milhões de usuários por dia e revela aumento das gratuidades nos coletivos

(*O estudo é feito com base em nove capitais analisadas na série histórica* - Belo Horizonte, Curitiba, Fortaleza, Goiânia, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo )

De acordo com levantamento anual, feito há 25 anos pela Associação Nacional das Empresas de Transportes Urbanos (NTU), o serviço de transporte público coletivo urbano continua em declínio no País. Dados do Anuário 2017-2018 revelam que, no ano passado, a redução média de demanda foi de 9,5% (a terceira maior desde o início da série histórica), equivalente à perda diária de 3,6 milhões de passageiros em todo País, em comparação a 2016.

Segundo o estudo da NTU, o transporte público por ônibus perdeu 35,6% dos passageiros pagantes em pouco mais de 20 anos. Isso ajuda a explicar, por exemplo, o aumento das tarifas, já que agora há menos usuários rateando os custos da operação, já que a oferta do serviço não é reduzida na mesma proporção da queda do número de usuários.

Outro agravante da situação é a sobrecarga das gratuidades concedidas a estudantes, idosos e outros passageiros definidos em lei, que em um ano passou de 17% para 20,9%. Isso significa que um em cada cinco passageiros viaja de graça atualmente; como esse custo também é rateado entre os usuários pagantes, o maior o peso das gratuidades também encarece o valor das tarifas.

A diminuição da demanda foi agravada especialmente nos últimos cinco anos (a partir de 2014), culminando em uma perda média acumulada de 25,9% dos usuários pagantes. O estudo é feito com base em nove capitais analisadas na série histórica - Belo Horizonte, Curitiba, Fortaleza, Goiânia, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo - e compara o desempenho do setor levando em consideração os meses de abril e outubro de cada ano.

A redução expressiva de usuários do serviço agrava o desempenho do setor, que só acredita na retomada do crescimento e níveis de produtividade mais seguros mediante a adoção de um conjunto de ações focadas em três eixos fundamentais: melhoria da qualidade dos serviços ofertados; transparência do setor para a sociedade e preços acessíveis aos passageiros.

"Infelizmente, o número de demanda vai continuar caindo enquanto não houver políticas públicas de prioridade ao ônibus nas vias e enquanto o passageiro for o único a arcar com os custos da tarifa", afirma Otávio Cunha, presidente executivo da NTU. Ele também atribui o agravamento da situação ao impacto negativo do cenário econômico do país, que favorece o aumento do desemprego e restringe até os deslocamentos para quem busca trabalho.

https://www.ntu.org.br/novo/NoticiaCompleta.aspx?idNoticia=1005&idArea=10&idSegundoNivel=106


Wi-Fi rápido e gratuito da Google chega ao Brasil 
Democratização de Acesso, também, à apps de Mobilidade

https://www.tecmundo.com.br/internet/142218-google-station-brasil-8-pais-estacoes-wi-fi-rapido-gratuito.htm


Nissan Leaf: R$50 = 240 Km EV (Veículo Elétrico)

RESUMO DA NOTÍCIA

  • 240 quilômetros é autonomia média mais próxima para uso no Brasil
  • Custo é alto na comparação com o de países com programas de incentivo
  • Ainda assim, é competitivo quando temos gasolina custando quase R$ 5
  • Elétrico começa a ser vendido de fato no final de julho
  • Preço é de R$ 178.400



🤩/😱Disrupção Montadoras: Abundância ou Desastre?

================================================
UMA VISÃO ESTRATÉGICA PARA ENERGIA e MOBILIDADE  
================================================
______
#Clean #Disruption: evidências    

>>> SAIBA MAIS:

DISRUPÇÃO LIMPA DE ENERGIA E TRANSPORTE - Tony Seba - A era industrial, na energia e nos transportes, acabará até 2030. Talvez antes.

* Legenda em Português do vídeo Tony Seba: Clean Disruption - Energy & Transportation (‎28‎ de ‎janeiro‎ de ‎2018, ‏‎19:10:14- ( na última imagem: como assistir com a legenda e colaborar para sua aprovação ))

#TransiçãoEnergética   #Energias   #TransporteComoServiço    #JeremyRifkin   #TonySeba

(Celular)  
(Telas Grandes)  


Algumas de minhas colaborações para analise de Oportunidades e Riscos da:

- 🖱#Revolução 4.0:🖱 #nanotecnologias, #neurotecnologias, #robôs, #inteligênciaArtificial, #biotecnologia, #sistemasArmazenamentoEnergia, #drones  e #impressoras3D. 


#QuartaRevoluçãoIndustrial #ParaQuem⁉


"Havia um trabalho importante a ser feito e todos tinham certeza de que ALGUÉM o faria. 

QUALQUER UM poderia tê-lo feito, mas NINGUÉM o fez.

ALGUÉM zangou-se porque era um trabalho de TODOS.

TODO MUNDO pensou que QUALQUER UM poderia fazê-lo, mas NINGUÉM imaginou que TODO MUNDO deixasse de fazê-lo.

Ao final, TODOS culparam ALGUÉM quando NINGUÉM fez o que QUALQUER UM poderia ter feito."

segunda-feira, 18 de junho de 2018

#RPA e #AI: o próximo passo no jogo de eficiência para os bancos - Citigroup está equipando um novo centro que desencadeará a automação em todo o banco - Bancos estudam cortar até metade das vagas de TI

(Clique na imagem: ampliar)

Bancos estudam cortar até metade das vagas de TI. A previsão foi confirmada por Jamie Forese, presidente do Citigroup, em uma sabatina conduzida pela Financial Times com diversos executivos de bancos. Embora a intenção do Citigroup seja a mais agressiva, diversos outros bancos confirmaram o evento a intenção de reduzir drasticamente o número de funcionários de tecnologia e operacional. Tim Throsby, do Barclays, afirmou que o futuro contará com um número menor de empregados, ganhando melhores salários, enquanto máquinas assumiriam “as tarefas de menor valor”.




#RPA #AI: o próximo passo no jogo de eficiência para os bancos 
#FinTech #QuartaRevoluçãoIndustrial
### Os bancos têm buscado estratégias de redução de custos há anos.

Recentemente, eles começaram a usar Robotic Process Automation (RPA) para reduzir ainda mais os custos e a transição de serviços através do trabalho para serviços através de software. Desde que a RPA foi introduzida no mundo financeiro, essa força de trabalho virtual ajudou os bancos a minimizar (ou, em alguns casos, a eliminar) a intervenção humana na execução de tarefas e na tomada de decisões e melhorar a eficiência operacional dramaticamente, às vezes até 70%.

O RPA foi amplamente adaptado por muitas instituições financeiras e outras indústrias; Mas, se você acha que o RPA autônomo é a tecnologia mais moderna de longe, você já pode estar atrasado.

A Inteligência Artificial (AI) começou a permear organizações inteligentes e avançando para o conjunto de ferramentas fundamentais para o envolvimento diário com pessoas tanto para clientes como para funcionários. Na Capgemini, nossa definição de AI inclui tecnologias como reconhecimento de fala, processamento de linguagem natural (PNL), tecnologia semântica, biométrica, aprendizagem de máquina e profunda (ML / DL), inteligência de enxame e visão por computador.

A adaptação de RPA e AI no setor bancário

Mesmo que os exemplos mais proeminentes de AI existam no espaço de experiência do cliente, a tecnologia AI também está desempenhando um papel importante na condução de maior eficiência operacional em vários setores. Juntamente com o RPA, a AI pode replicar não apenas atividades de trabalho simples, mas também complexas, exigindo julgamento especializado ou tomada de decisão complexa em maior escala, velocidade e precisão do que os humanos.

No JP Morgan, advogados passaram milhares de horas estudando negócios financeiros. Agora, um sistema de IA está fazendo um trabalho desafiador na interpretação de acordos de empréstimo comercial, assumindo uma tarefa que engoliu 360 mil horas de trabalho de advogados e agentes de crédito. O sistema AI revisa documentos em segundos e é menos propenso a erros. O sistema reduziu os erros de manutenção de empréstimos, muitos dos quais resultantes de um erro humano, ao interpretar 12 mil novos contratos de atacado por ano.

O futuro da Inteligência Artificial

A AI está melhorando suas capacidades com uma velocidade cada vez maior, graças a uma melhor potência de computação e hardware especializado e tem se mostrado cada vez mais em campos historicamente humanos. No futuro, a AI poderá analisar de forma autônoma o que está no mundo digital aberto (internet), combinar dados internos e dados abertos, e buscar idéias sugeridas pelo algoritmo AI. Em um futuro não muito distante, podemos até ver uma solução de AI criando outra.

Hoje, o surgimento de robôs e AI já não é algo objeto de um filme de ficção científica. Os robôs substituirão completamente diversos trabalhos humanos no futuro próximo. Portanto, agora é o momento para os bancos aproveitarem a oportunidade de mudar o equipamento no jogo de eficiência e usar a AI para sua melhor vantagem.

Authors:

Jun Wang - Senior Consultant - Capgemini Consulting NA, Financial Services

Lars Boeing - Principal - Capgemini Consulting NA, Financial Services

(VER LINKS no corpo do artigo em Inglês)

TRADUÇÃO DE:

RPA and AI: The next step in the efficiency game for banks





Citigroup está equipando um novo centro que desencadeará a automação em todo o banco 
- Frank Chaparro Jul. 17, 2017

O chamado Centro de Automação Inteligente terá funcionários em pelo menos cinco cidades, incluindo Tampa, Londres, Cingapura, Nova York e Budapeste.



O Citigroup está preparando a revolução robótica.

O gigante dos serviços financeiros, com sede em Nova York, publicou vagas de emprego para um novo centro de automação que implantará a nova tecnologia robótica em todo o banco.

Mark Costiglio, um porta-voz do Citi, recusou-se a comentar o assunto.

O chamado Centro de Automação Inteligente está procurando pessoal em pelo menos cinco cidades, incluindo Tampa, Londres, Cingapura, Nova York e Budapeste.

"O Smart Automation Center será responsável por fazer parcerias com nossos negócios e funções, no Citi, para garantir que todos os elementos estejam em vigor para a rápida implantação de Robótica e outras tecnologias relacionadas" de acordo com um anúncio na aplicação de busca de talentos da empresa. 

O banco está buscando talentos abrangendo o espectro de experiência desde engenheiros juniores a vice-presidentes seniores. Os cargos exigem níveis variados de experiência em tecnologia, mas o banco quer que os funcionários do centro se adaptem a um molde cultural muito específico. "Deve ser empreendedor e prosperar em ambientes como 'uma tela em branco' que permitirá que você flexione seu músculo intelectual para contribuir na construção de uma estratégia desde o início" conforme um anúncio de emprego.

A empresa está procurando pelo menos dois gerentes de programas seniores para servir como "catalisadores" da robótica que se associará a divisões em todo o banco para identificar novas tecnologias e liderar seu desenvolvimento, desde o estágio inicial de uso até a produção em escala total. 

O gerente sênior do programa também trabalharia com vários grupos dentro do banco para familiarizá-los com a robótica e automação. O banco também está procurando por engenheiros software para apoiar os "catalisadores" na identificação de oportunidades de automação.

Um relatório recente da FIS, o fornecedor global de tecnologia financeira, identificou a automação como uma alavanca de crescimento crítica para firmas de Wall Street.

"Impulsionados por pressões de margem e mudanças regulatórias, as instituições do setor de serviços financeiros têm trabalhado para aprofundar a automação do ciclo de vida das transações nos últimos anos", disse o relatório.

Oscar Williams-Grut da Business Insider visitou recentemente o escritório da UBS, em Londres, onde eles estão desenvolvendo um programa de software que automatiza alguns aspectos "chatos" da negociação.

"Estas são todas ferramentas que pertencem a 2017 e além", disse Beatriz Matin-Jimenez, diretora de operações do banco de investimento da UBS e da região do Reino Unido, à Business Insider. "Nós acreditamos que essa é a forma como os bancos vão ser daqui pra a frente".

JPMorgan, que está gastando muito em tecnologia, procurando reduzir custos e aumentar a eficiência, no ano passado lançou um mecanismo de recomendação preditiva para identificar aqueles clientes que deveriam emitir ou vender 'equity'. E agora, dado o sucesso inicial da aplicação, está sendo expandida para outras áreas. 

E em um evento em Janeiro, a vice-diretora financeira da Goldman Sachs, Marty Chavez, disse que o banco estava focado na automação de tarefas bancárias de investimento. Ela disse que o banco identificou 146 etapas distintas no processo de oferta pública inicial, e que muitas delas "imploram ser automatizadas", de acordo com a Review Technology MIT.

#QuartaRevoluçãoIndustrial Automação Processos ([Analise /Engenharia / Desenvolvimento] de Sistemas / Software) é Automatizável?




#Riscos? De Tecnologias da Franquia Star Trek (Século XXV), agora! Com Culturas de "Ferengis [1] e Klingons [2]" (Século XIX)?


#QuartaRevoluçãoIndustrial [#BioNeuroTecnologias, #EdiçãoGenética, #IA, #IoT, #AmbienteCorpoMateriais (#Atuadores, #NanoSondas E #Sensores), ....]


Precisamos nos unir, enquanto Humanidade, para realizar o IMENSO POTENCIAL - não provável ("Business as usual") - da Quarta Revolução Industrial



domingo, 13 de maio de 2018

FINTECH & O FUTURO - Infográfico Getline (com traduções) + MAPA da Revolução Financeira no Brasil

(Clique na imagem: ampliar)

MAPA da Revolução Financeira no Brasil: 

Você já ouviu falar no fenômeno fintech, ou financial technology? Esse conceito se refere à adoção de inovações tecnológicas disruptivas no mercado financeiro, focando no aperfeiçoamento de tecnologias capazes de alterar as rotinas, possibilitando a oferta de produtos mais baratos, eficientes e que atendam as demandas de um vasto grupo de consumidores.

Já que a inovação disruptiva chegou a mercados tão diversos como o de entretenimento, com o Netflix e Spotify, e o de transporte, com empresas como o Uber, foi natural que, em algum momento, outras startups percebessem as novas demandas do segmento financeiro e passassem a criar soluções especificamente voltadas para esse universo.

(...) Como havia sido previsto por especialistas, essas startups chegaram ao mercado financeiro dispostas a atrair uma geração pouco paciente para os processos burocráticos bancários: estamos falando das fintechs.(...)

Essas empresas são conhecidas como startups fintech, ou simplesmente fintechs. Neste post, você entenderá melhor a definição de startup fintech e por que esses empreendimentos estão revolucionando os processos do mercado financeiro. Confira!




TEXTO COMPLETO:

FINTECH & O FUTURO



FINTECH & O FUTURO
Fintech é uma coisa nova surgida em nossa vida. Tem provocado disrupção na maneira como fazemos muitas coisas, de como compramos nossa comida a onde & como alocamos nossos investimentos.Quais são algumas das previsões insanas que se tornaram verdade - e estão se tornando verdade por causa das fintech?

FONTE E TEXTO ASSOCIADO: https://medium.com/getline-in/fintech-the-future-infographic-eb09f864ea18


PREVISÕES

#1 UMA SOCIEDADE SEM DINHEIRO:
Durante anos, usamos dinheiro para fazer todas as nossas transações.
A previsão de uma sociedade sem dinheiro, onde as pessoas fazem transações sem usar qualquer dinheiro, é acreditado por alguns poder ser 'traçado todo o caminho de volta' para a Bíblia (ainda que em um sentido negativo - sendo forçado)!
Agora, fintech fez disso uma possibilidade real, e várias tecnologias já estão em uso.
#2 BANCOS TORNANDO-SE OBSOLETOS:
Algumas pesquisas e artigos de opinião estão prevendo que os bancos se tornarão obsoleto no futuro. Agora podemos ver que existem muitas alternativas para substituir a função de um banco em nossas vidas.

QUATRO SERVIÇOS BANCÁRIOS QUE ESTÃO SE TORNANDO OBSOLETOS
Caixas e Agências Bancárias
Uma diminuição nas agências bancárias físicas é plausível dada a introdução frenética de novas tecnologias para transações financeiras, bem como a mudança de demografia do cliente.
Senha e PINs 
Vários métodos biométricos, incluindo impressões digitais, escaneamento de olho, reconhecimento de voz e reconhecimento de contorno facial podem substituir Senhas e PINs.
Cheques e Declarações em Papel
Métodos on-line e móveis são as novas formas de fazer transações. Agora você pode ver todos os seus serviços bancários, demonstrações e balanços em conta corrente on-line ou do seu telefone, não importa onde você esteja.
ATMs & Cartões de Débito 
Muitas pessoas já estão usando seus smartphones, em vez de máquinas, para fazer transações. Existem muitos métodos de pagamento on-line disponíveis que podem ser utilizados via smartphones.

#3  A NOVA MANEIRA DE OBTER EMPRÉSTIMOS & CAPITAL:
Obter empréstimos de bancos tradicionais exige muitos termos e disposições. Você também precisa preencher um monte de formulários. Nos primeiros dias da internet, alguns especialistas previram que a Internet poderia ser uma nova alternativa para obter empréstimos e capital. Plataformas de empréstimo peer-to-peer (P2P) agora nos possibilitam obter empréstimos e capital facilmente. Graças às tecnologias blockchain e fintech, começar seu próprio negócio tornou-se muito mais alcançável.

Empréstimos Pessoa-a-Pessoa (P2P) são um método de financiamento de dívidas  que permite aos indivíduos pedir emprestado e emprestar dinheiro, sem o uso de uma instituição financeira oficial como intermediário.
O Empréstimo Pessoa-a-Pessoa remove o intermediário do processo, e dá aos mutuários acesso ao financiamento que eles poderiam não obter da outra forma: aprovação por padrões de intermediários financeiros.
Empréstimo Pessoa-a-Pessoa (P2P) é um método de financiamento de dívidas que remove o intermediário, permitindo que aos indivíduos pedir emprestado e emprestar dinheiro diretamente.
PLATAFORMAS DE EMPRÉSTIMOS PESSOA-A-PESSOA:
1- Getline foi fundada em 2015, na Polônia, e é gerenciado por uma equipe de experientes empreendedores e programadores.
GetLine fornece uma plataforma de empréstimo P2P que revoluciona o negócio de empréstimos removendo o intermediário.
2- WeTrust foi fundada em 2016 e é baseada na Califórnia, EUA. WeTrust fornece uma Plataforma para Empréstimos Colaborativos & Seguros baseados em BlockChain.
3- Dharma foi fundada em 2017, pela Nadav Hollander, e é baseada nos EUA. Dharma fornece uma plataforma, em código aberto, para Empréstimos Pessoa-a-Pessoa (em CriptoMoedas) & Solicitação de Empréstimo.
4- SALT é baseada no Colorado, EUA, e foi fundada em 2016. SALT oferece tecnologia segura de Empréstimo Automatizado para emprestar dinheiro e usar ativos, em BlockChain, como Colaterais.
O CRESCIMENTO DOS EMPRÉSTIMOS PESSOA-A-PESSOA
Em 2014, as plataformas de empréstimo P2P, apenas nos EUA, emitiram, aproximadamente, US$ 5,5 bilhões em empréstimos
Em 2020, as plataformas de empréstimo P2P, nos EUA, terão emitido, aproximadamente, US$ 150 bilhões, ou mais, em empréstimos.
No Reino Unido, a Taxa de Crescimento Composto Anual (CAGR, da sigla em inglês), de empréstimos P2P, atinge em torno de 45% ao ano.
Volume de Empréstimos Originado de Empréstimos P2P, no Reino Unido
(Em Bilhões de Libras Esterlinas)
O FUTURO DA FINTECH:
O setor de Tecnologia Financeira (FinTech) está crescendo rapidamente e provocando disrupção de instituições financeiras, de muitas maneiras. Fintech, provavelmente, será o futuro do mundo financeiro, mudando a forma como fazemos negócios e realizamos transações.

Fundos de Capitais de Risco estão colocando seu dinheiro em startups FinTech.
TENDENCIAS DE FINANCIAMENTO DE FINTECH POR FUNDOS GLOBAIS DE CAPITAIS DE RISCO:
O - Número de Ofertas   O- Volume de Investimentos (Bilhões)

30% das receitas dos bancos podem estar em risco, devido às disrupções das  FinTech, nos empréstimos, pagamentos e setores de aquisição.
Investimentos nas empresas FinTech aumentaram 10%, no mundo todo.
Houve um aumento de 120%, em receitas, no setor Fintech, na Europa.

5 NOVAS INOVAÇÕES QUE FINTECH NOS TRARÁ:
Inteligência artificial
A indústria está no começo do que muitos esperam que seja uma revolução dos robôs, fazendo uso de aplicações de Aprendizagem de Máquina e Big Data, para assumir muitas tarefas atualmente feitas por pessoas, em finanças, enquanto cortam custos e melhoram as ofertas de produtos.
Cíber Segurança
Como transações on-line estão dominando a forma como fazemos transações, os riscos cibernéticos também estão aumentando. Fintech vai impulsionar a demanda por plataformas mais seguras e protegidas para cuidar do nosso dinheiro.
Blockchain
Mais e mais pessoas usarão blockchains para diferentes necessidades. No futuro, poderemos ver a tecnologia blockchain  como inseparável de nossa vida financeira diária.
Seguros e Investimentos
Num futuro próximo, muitas pessoas não usarão bancos ou instituições seguradoras para investir seu dinheiro. O empréstimo pessoa-a-pessoa é uma das muitas maneiras de investir dinheiro e obter capital para o seu negócio.
Novos líderes na tecnologia Blockchain
Vimos pessoas como Mark Zuckerberg, Steve Jobs, e Bill Gates, que se tornaram líderes da internet e
da indústrias de computadores. No futuro próximo, poderemos ver novos líderes da tecnologia blockchain que terão sucesso em fazer das blockchains uma parte mais próxima de nossas vidas diárias.
O QUE OS ESPECIALISTAS ESTÃO DIZENDO?
"AI provavelmente terá o maior impacto sobre a humanidade, de uma perspectiva FinTech. Do envolvimento do cliente ao back office criará melhores experiências e melhorará a eficácia em dez vezes."
Amit Goel, co-fundador da Lets Talk Payment.

"Blockchain vai mudar a maneira como lidamos com terceiros e criar a confiança digital. É um momento muito emocionante e daqui para frente será realmente interessante ver o que acontecerá nos próximos dez anos. "
Simon Cocking, editor sênior da Irish Tech News.

"Alguns banqueiros estão com muito medo. O livro de transações em nossas mãos, no blockchain, vai diminuir o poder dos bancos, na emissão global de crédito. "
Powel Tomczyk, Cyberíus, Blockchain Entusiasta.

"Empreendedores podem gerar tokens de seus ativos - através de contratos inteligentes - e vender seus tokens em todo o mundo, sem a participação de terceiros. "
Viktor Shpakovsky, co-fundador do The Token Fund.

"Empréstimos P2P poderiam dar às pessoas crédito barato e altas taxas de retorno, com juros - cortando o intermediário do processo. E, promovendo a  plataforma, a rede GetLine acaba removendo todo intermediário do processo."
Kacper Wikiet, co-fundador da Gettine.
O CRESCIMENTO DE AI & CIBERSEGURANÇA, EM FINTECH:
Estamos vivendo em uma época em que vemos tantas revoluções tecnológicas, em torno de nós, tornando nossas vidas melhores. Fintech é, definitivamente, uma delas.Haverá mais avanços em IA e Segurança Cibernética que farão com que nossa vida financeira seja mais segura e fácil.

Inteligência Artificial e Cibersegurança oferecerão avanço no setor Fintech.
INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL
Serviços Financeiros será uma das três principais indústrias que obterão crescimento, em 2035, beneficiando-se da Al. 

AI vai aumentar o crescimento econômico por um imédia de 17% em 16 setores, em  torno de 2035.

Serviços financeiros se beneficiarão em $1,2T, em acréscimo de Valor Adicionado Bruto, em 2035, por AI.

Al tem potencial para aumentar a lucratividade, em média, em 38%, até 2035. E gerar um impulso econômico de $514 T, através de 16 indústrias, de 12 economias, até 2035.

SEGURANÇA CIBERNÉTICA:
O cenário de segurança cibernética, no contexto dos serviços financeiros digitais, será melhorado para corresponder às necessidades das Tendências de Fintech.

A maior parte dos consumidores (93%) prefere autenticação de pagamento biométrico DO QUE senhas para desbloquear pagamentos ou outros serviços financeiros.

Aprendizagem de Máquina melhorará nossas vidas de muitas maneiras, AI vai desempenhar um papel importante para melhores decisões de investimento

A quota de postagem de empregos em cibersegurança  aumentou 2,8%, mas a parcela de cliques de candidatos disparou em 403% (2017)




CitiGPS - O BANCO DO FUTURO - O ABC da Disrupção Digital em Finanças


http://automacao-inteligencia-organizacional.blogspot.com.br/2018/05/citigps-o-banco-do-futuro-o-abc-da.html

sexta-feira, 11 de maio de 2018

CitiGPS - O BANCO DO FUTURO - O ABC da Disrupção Digital em Finanças


O BANCO DO FUTURO
O ABC da Disrupção Digital em Finanças

No final de 2017, quando normalmente as perguntas mais frequentes incluem "Você vai para a festa de fim de ano da empresa? ”e“ Que presente eu vou levar ao tio Billy, este ano? ", uma questão parecia dominar:" Você acha que eu deveria comprar Bitcoin?

Sem a maioria das pessoas saberem o que era, de repente era algo que você tinha medo de perder. Isso é o quão rápido FinTech e Disrupção podem chegar até você.

Em nosso primeiro relatório do Citi GPS sobre FinTech, Digital Disruption: como a FinTech está forçando o Setor Bancário para um ponto de inflexão, comparamos o montante de investimento em FinTech e a absorção de produtos na China e no Ocidente. 

Descobrimos que os gigantes da Internet tinham se movido para serviços financeiros e ganho participação de mercado considerável no e-commerce e no pagamentos de terceiros, na China, enquanto apenas 1% das receitas bancárias, dos consumidores norte-americano, migraram para novos modelos digitais.

China foi identificada como tendo passado o ponto de inflexão, com empresas FinTech tendo um número de clientes semelhante aos grandes bancos, mas a América do Norte e Europa estavam apenas chegando ao ponto de inflexão, com o aumento do impacto na receita resultante da disrupção digital.

Um ano depois, em nosso segundo relatório [What FinTech VS Investments Tell Us About a Changing Industry (Disrupção Digital Revista: O Que FinTech vs, Investimentos Nos Dizem Sobre Uma Indústria Em Constante Mudança)], analisamos com mais cuidado a China e o enorme afluxo de investimentos de Venture Capital, globais, em FinTech, que estavam alimentando os Dragões FinTech Chineses e analisamos como esses dragões foram capazes de crescer sob circunstâncias únicas. Nós percebemos, na época, que os investimentos em FinTech, nos EUA, embora lentos, em relação a China, estavam vendo uma mudança, de empréstimos a InsurTech [1], RegTech [2] e Blockchain.

[1] InsurTech = INSURANCE + TECHNOLOGY. As insurtechs surgiram com o propósito de revolucionar o setor de seguros

[2] RegTech: O nome é novo, mas a atividade é antiga. Regtech refere-se a startups que oferecem soluções tecnológicas para resolver problemas gerados pelas exigências de regulamentação e compliance. A novidade agora é que, como em todas as áreas do mundo digital, as soluções são mais fragmentadas, resolvendo problemas específicos, em nichos bem determinados. Como consequência, as implantações destes sistemas são muito mais rápidas do que as soluções dos tradicionais 'vendors' da área, e normalmente usando a nuvem como infraestrutura. No fim do dia, isto representa custos igualmente menores do que os das soluções mais maduras do mercado.

Avançando mais um ano, a questão para os bancos, hoje, é como eles podem tornar-se Super Estrelas em Banco Digital versus 'seguir o caminho dos dinossauros'. O futuro das finanças é um ecossistema, cada vez mais convergente, onde os serviços financeiros, para consumidores e pequenas e médias empresas (PME) são prestados por bancos e empresas de plataforma,  com raízes no e-commerce e mídias sociais. Para um banco incumbente tornar-se um Banco do Futuro e não permanecer preso no passado, ele deve olhar não só para novas tecnologias, como inteligência artificial, aprendizagem de máquina  e outras formas de automação, mas também devem procurar reformular seus sistemas operacionais e de tecnologia.

Este novo relatório identifica o que acreditamos ser o ABC da disrupção digital em finanças - Inteligência Artificial, Big Tech, Core Banking & Cloud e Ativos Digitais - e identifica formas pelas quais os bancos incumbentes podem adotar / abraçar esses fatores e impulsionar seus negócios.

Para um banco incumbente evoluir para a nova paisagem, será necessário (1) equipes de liderança focadas na transformação digital; (2) mix relativamente mais simples de negócios, por geografia e produtos; e (3) a almofada de melhores  retornos financeiros existente, que permitam à administração desviar sua atenção do combate a incêndios, no curto prazo .

Nós também aproveitamos a oportunidade para conversar com vários 'players' das FinTech para obter seus pontos de vista sobre tudo, desde os potenciais casos de uso em IA e os maiores desafios que instituições financeiras tradicionais se deparam com a AI até quais são os problemas enfrentados pelos bancos com sistemas legados e o que torna os mercados emergentes tão interessantes para as FinTech.

TRADUÇÃO DA INTRODUÇÃO DE:

THE BANK OF THE FUTURE
The ABCs of Digital Disruption in Finance
http://www.vostokemergingfinance.com/content/uploads/2017/05/Citi-GPS-Bank-of-the-Future.pdf

quinta-feira, 29 de março de 2018

O novo conjunto de habilidades que mal existe, mas os bancos estão desesperados para contratar

Digital transformation jobs

TRADUÇÃO DE:

The new skillset that barely exists but banks are desperate to hire
https://news.efinancialcareers.com/uk-en/311682/digital-transformation-jobs-banks/

Cada época tem algumas buzzwords próprias. Da “eletronificação” da negociação à “mudança regulatória” e “racionalização de negócios”, as tendências operacionais definem o ambiente para todos os que trabalham no front office dos bancos de investimento. Raramente, no entanto, uma moda tem sido tão popular ou tão abrangente quanto a mais recente, "transformação digital".

A empresa de administração de fundos Schroders reflete adequadamente o escopo da mania. A Schroders diz que está no processo de uma “transformação digital de ponta a ponta”, um “processo extremamente ambicioso” e algo que acabará “mudando fundamentalmente” a maneira como faz negócios e interage com os clientes. Não é a única. "Tudo sobre o nosso modelo de negócios está mudando", disse o diretor executivo do Deutsche Bank, John Cryan, em 2016, sobre as aspirações digitais do banco, "... estamos muito antiquados".

A transformação digital não é menos que uma revolução, e as pessoas que pretendem ser especialistas em transformação digital são tão desejáveis quanto você poderia ser.

"No momento, todos os bancos estão em contratação de especialistas em transformação digital", diz Paul Bennie, diretor administrativo da empresa de recrutamento Bennie MacLean. "Isso realmente decolou e há um grupo de talentos muito limitado, de pessoas com a combinação necessária de especialização em negócios e conhecimento técnico".

Adrian Crockett, um ex-diretor financeiro do Credit Suisse, com sede em Nova York, está em processo de lançamento da Fingital, uma consultoria de transformação digital com foco bancário. Ele diz que as pessoas com as habilidades necessárias são como pó de ouro. "É quase impossível encontrar pessoas com experiência em transformação digital em bancos de investimento", diz ele. "Não há muitas pessoas que fizeram isso - você está procurando por unicórnios que não existem."

A enormidade da tarefa é parte do problema. Enquanto as pessoas para mudança  de regulamentação precisam “apenas” saber sobre o impacto da regulamentação nos fluxos de negócios, os especialistas em transformação digital precisam de uma perspectiva ampla sobre os negócios, a tecnologia e o uso de dados.

“Os bancos precisam contratar pessoal de transformação digital com uma forte experiência no setor e compreensão de seus produtos, além de uma sólida experiência em tecnologia, além de uma sólida experiência em gerenciamento de mudanças”, diz Crockett. Ele acrescenta que existem dois pontos: cultura e dados. "Os banqueiros podem ser bastante cruéis com as pessoas que não entendem o negócio, e a maioria dos bancos está muito atrasada na coleta de dados. - Quando você fala com um banqueiro sobre dados, eles pensam em números do PIB ou relatórios da empresa, enquanto o que é necessário para aprendizado de máquina e digitalização são números no número de lançamentos produzidos a cada ano e a quantidade de gráficos que eles contêm.

Pessoas inteligentes do front office estão se colocando à frente. George Lee, sócio do Goldman Sachs, banqueiro de investimento de carreira e presidente do conselho de operações bancárias do TMT, está supervisionando a transformação digital do Goldman em seu comparativamente novo papel como co-diretor de engenharia no IBD do banco de investimentos. Um ex-operador de voz que se mudou para a e-trading há mais de 10 anos, diz que viu a escrita na parede e se reinventou como alguém com experiência em automação e redução de custos: “Você olha para tirar 50-60-70% dos processos manuais - precificação de negócios, busca de eixos, troca de idéias, relatórios de posição, análise de risco. Essas ferramentas de vendas podem ser digitalizadas para criar uma enorme redução de custos ”.

Alguns bancos estão arrancando especialistas seniores de transformação digital de suas fileiras internas. O HSBC, por exemplo, promoveu Peter Taylor, seu ex-chefe de execução de padrões globais, para chefe de transformação digital desta vez, no ano passado, e a Natixis transformou o COO do Reino Unido em uma liderança em transformação digital em setembro passado. Outros estão contratando fora do setor: quando o Deutsche Bank quiz um diretor digital baseado em Londres no ano passado, escolheu Thomas Nielsen, ex-diretor digital para os supermercados da Tesco. O perfil de Nielsen no LinkedIn diz que ele agora “ajuda a transformar o Deutsche Bank em uma potência digital global”.

Crockett diz que alguns banqueiros e traders estão com medo de se mudar para empregos de transformação digital porque eles acham que não receberão tanto dinheiro lá. Esse pode ser o caso. Mas, enquanto os bancos correm para contratar especialistas em transformação digital, os recrutadores dizem que o salário está subindo: os diretores de tecnologia nos bancos dos EUA em Londres estão agora em £ 500 mil. Isso pode não ser muito comparado a algumas funções de front office, mas pelo menos você estará orquestrando o processo que automatiza os jobs e não as suas conseqüências.