Mostrando postagens com marcador InsurTech. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador InsurTech. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 11 de maio de 2018

CitiGPS - O BANCO DO FUTURO - O ABC da Disrupção Digital em Finanças


O BANCO DO FUTURO
O ABC da Disrupção Digital em Finanças

No final de 2017, quando normalmente as perguntas mais frequentes incluem "Você vai para a festa de fim de ano da empresa? ”e“ Que presente eu vou levar ao tio Billy, este ano? ", uma questão parecia dominar:" Você acha que eu deveria comprar Bitcoin?

Sem a maioria das pessoas saberem o que era, de repente era algo que você tinha medo de perder. Isso é o quão rápido FinTech e Disrupção podem chegar até você.

Em nosso primeiro relatório do Citi GPS sobre FinTech, Digital Disruption: como a FinTech está forçando o Setor Bancário para um ponto de inflexão, comparamos o montante de investimento em FinTech e a absorção de produtos na China e no Ocidente. 

Descobrimos que os gigantes da Internet tinham se movido para serviços financeiros e ganho participação de mercado considerável no e-commerce e no pagamentos de terceiros, na China, enquanto apenas 1% das receitas bancárias, dos consumidores norte-americano, migraram para novos modelos digitais.

China foi identificada como tendo passado o ponto de inflexão, com empresas FinTech tendo um número de clientes semelhante aos grandes bancos, mas a América do Norte e Europa estavam apenas chegando ao ponto de inflexão, com o aumento do impacto na receita resultante da disrupção digital.

Um ano depois, em nosso segundo relatório [What FinTech VS Investments Tell Us About a Changing Industry (Disrupção Digital Revista: O Que FinTech vs, Investimentos Nos Dizem Sobre Uma Indústria Em Constante Mudança)], analisamos com mais cuidado a China e o enorme afluxo de investimentos de Venture Capital, globais, em FinTech, que estavam alimentando os Dragões FinTech Chineses e analisamos como esses dragões foram capazes de crescer sob circunstâncias únicas. Nós percebemos, na época, que os investimentos em FinTech, nos EUA, embora lentos, em relação a China, estavam vendo uma mudança, de empréstimos a InsurTech [1], RegTech [2] e Blockchain.

[1] InsurTech = INSURANCE + TECHNOLOGY. As insurtechs surgiram com o propósito de revolucionar o setor de seguros

[2] RegTech: O nome é novo, mas a atividade é antiga. Regtech refere-se a startups que oferecem soluções tecnológicas para resolver problemas gerados pelas exigências de regulamentação e compliance. A novidade agora é que, como em todas as áreas do mundo digital, as soluções são mais fragmentadas, resolvendo problemas específicos, em nichos bem determinados. Como consequência, as implantações destes sistemas são muito mais rápidas do que as soluções dos tradicionais 'vendors' da área, e normalmente usando a nuvem como infraestrutura. No fim do dia, isto representa custos igualmente menores do que os das soluções mais maduras do mercado.

Avançando mais um ano, a questão para os bancos, hoje, é como eles podem tornar-se Super Estrelas em Banco Digital versus 'seguir o caminho dos dinossauros'. O futuro das finanças é um ecossistema, cada vez mais convergente, onde os serviços financeiros, para consumidores e pequenas e médias empresas (PME) são prestados por bancos e empresas de plataforma,  com raízes no e-commerce e mídias sociais. Para um banco incumbente tornar-se um Banco do Futuro e não permanecer preso no passado, ele deve olhar não só para novas tecnologias, como inteligência artificial, aprendizagem de máquina  e outras formas de automação, mas também devem procurar reformular seus sistemas operacionais e de tecnologia.

Este novo relatório identifica o que acreditamos ser o ABC da disrupção digital em finanças - Inteligência Artificial, Big Tech, Core Banking & Cloud e Ativos Digitais - e identifica formas pelas quais os bancos incumbentes podem adotar / abraçar esses fatores e impulsionar seus negócios.

Para um banco incumbente evoluir para a nova paisagem, será necessário (1) equipes de liderança focadas na transformação digital; (2) mix relativamente mais simples de negócios, por geografia e produtos; e (3) a almofada de melhores  retornos financeiros existente, que permitam à administração desviar sua atenção do combate a incêndios, no curto prazo .

Nós também aproveitamos a oportunidade para conversar com vários 'players' das FinTech para obter seus pontos de vista sobre tudo, desde os potenciais casos de uso em IA e os maiores desafios que instituições financeiras tradicionais se deparam com a AI até quais são os problemas enfrentados pelos bancos com sistemas legados e o que torna os mercados emergentes tão interessantes para as FinTech.

TRADUÇÃO DA INTRODUÇÃO DE:

THE BANK OF THE FUTURE
The ABCs of Digital Disruption in Finance
http://www.vostokemergingfinance.com/content/uploads/2017/05/Citi-GPS-Bank-of-the-Future.pdf