quinta-feira, 12 de abril de 2018

GESTÃO DO AMANHÃ Tudo o que você precisa saber sobre gestão, inovação e liderança para vencer na 4ª Revolução Industrial -Sandro Magaldi, José Salibi Neto


DESCRIÇÃO

“Uma obra importante que ensina, por meio de conceitos modernos e casos práticos, profissionais e empresas a competir em uma economia baseada em rupturas.” – Jorge Paulo Lemann 
“Como podemos liderar um negócio diante de mudanças tão dramáticas como as de hoje? Nesse inestimável guia da mais recente Revolução Industrial, repleto de insights esclarecedores, sugestões práticas e exemplos surpreendentes e reveladores, José Salibi e Sandro Magaldi orientam líderes e gestores sobre como enfrentar os difíceis desafios atuais e aproveitar as enormes oportunidades do futuro.” – William Ury – Coautor de Como chegar ao sim e autor de Como chegar ao sim com você mesmo 
“Para ir rumo ao futuro, precisamos sempre olhar para trás. E, por meio de uma análise do passado, projetar o que vem por aí. Esta obra mostra, com extrema competência, de onde viemos e para onde vamos nos conceitos mais inovadores da administração e gestão de negócios. Um livro essencial para quem quer estar na liderança das empresas da nova economia.” – Walter Longo – Empreendedor Digital e CEO da Unimark  
 “Em um mundo cada vez mais fragmentado e acelerado, as clássicas teorias de administração já não conseguem dar todas as respostas. Não inovar – em produtos, gestão e cultura organizacional – é hoje o maior risco que um empreendedor ou executivo pode correr. Neste livro, os autores levam o leitor a se questionar sobre a eficiência dos modelos do passado e sobre quem serão as Amazon, Netflix e Uber do futuro. E dão um aviso preocupante: quem não entender a nova dinâmica pode morrer pelo caminho.” – Cristiane Correa – Autora do best-seller Sonho grande  
 “Salibi e Magaldi elaboram um caso convincente de como nossa economia e sociedade mudaram dramaticamente nas últimas décadas. Você não encontrará um guia melhor para prosperar no mundo atual.” – Thomas H. Davenport – Professor da Babson College, pesquisador do MIT e autor de Competing on analytics e Only humans need apply 

Vale:5caminhõesAutônomos

O caminhão autônomo já é uma realidade.

A palavra "Amanhã" do título de meu novo livro com José Salibi, o "Gestão do Amanhã" tem uma função mais metafórica do que prática.
Explico: no livro nos dedicamos a mostrar e explorar soluções para o atual mundo corporativo que se caracteriza por transformações profundas.
Nesse caso o "amanhã" é hoje.
Ele não vai chegar. Já chegou e é necessário muita atenção aos impactos na sua carreira e negócio.
Quer um exemplo? 
A Vale já tem em operação cinco caminhões autônomos que carregam até 240 toneladas. Eles são 10% mais produtivos que os conduzidos por humanos.
Imagine o impacto desse movimento para a indústria automobilística. E os reflexos para o desenvolvimento de pessoas? São transformadores.
Isso está acontecendo no Brasil aqui e agora. Não é uma abstração, exercício de futurologia ou utopia. Mais concreto impossível. 
Reflexões importantes:
a) Como evoluções como essa impactam seu negócio?
b) O que está no seu radar em termos de ameaças ou oportunidades dessa natureza?
c) A rotina lhe permite refletir sobre o futuro de seu negócio?
Se você é um executivo, sugiro substituir a palavra "negócio" por "carreira" e realizar a mesma reflexão sobre seu desenvolvimento profissional.
Abra os olhos. O amanhã já chegou.
Sandro Magaldi
MSc. | Palestrante | Consultor | Co-Fundador meuSucesso.com

Sandro Magaldi - contribuições para esta reflexão (algumas das publicações do Grupo Linkedin 

[Abundância Brasil] = https://www.linkedin.com/groups/8623509):  
{Grupo para interações entre brasileiros com o mindset de Abundância e que acreditam no uso das Tecnologias Exponenciais para transformação dos negócios e para resolução dos desafios da humanidade, ...}

Disrupção [Exponencial] das Indústrias: Automobilística/Transporte e Energia (Digitalização, Desmaterialização, Democratização, Desmonetização)


Uber compra US$ 1 bilhão em carros que vão dirigir sem motorista. Amazon faz 1ª entrega de produtos usando drone


Como um Carro Elétrico Auto Conduzido vê e reage ao seu entorno: Super Computador sobre Rodas!


Acidente com carro autônomo do Uber mata mulher no Arizona(...) O que podemos e precisamos aprender desta ocorrência?

Não ocorreu conforme a analise (2014) do Capítulo:
       7.8 UMA (POSSÍVEL) HISTÓRIA DE CARROS QUE SE AUTO-DIRIGEM
Mas as reações 'seguem o script' ....: (...) Então, o primeiro acidente mais significativo aconteceu. 
LEIA AQUI:

Silicon Valley fará o petróleo, o gás natural, o carvão, os serviços elétricos e os carros convencionais obsoletos até 2030


DISRUPÇÃO LIMPA DE ENERGIA E TRANSPORTE - Tony Seba - A era industrial, na energia e nos transportes, acabará até 2030. Talvez antes.


Quarta Revolução Industrial - Filme do WEF (Fórum Econômico Mundial )


IEL: Adoção do modelo 4.0 é urgente para a competitividade de mais da metade dos setores da indústria brasileira

"De 24 setores da indústria brasileira, 14 precisam adotar com urgência estratégias de digitalização para se tornarem internacionalmente competitivos, mostra o estudo inédito da Confederação Nacional da Indústria (CNI) Oportunidades para Indústria 4.0: aspectos da demanda e oferta no Brasil. O documento cruzou dados de produtividade, exportação e taxa de inovação de diversos setores industriais brasileiros e os comparou ao desempenho dos mesmos segmentos nas 30 maiores economias do mundo, que, juntas, representam 86% do PIB mundial. (...) "

Singularity University Megatrends - Megatendências identificadas por participantes da Singularity University

Singularity University Megatrends - Megatendências identificadas por participantes da Singularity University -- Divulguemos em nossas redes para que não sejamos - MAIS UMA VEZ - 'atropelados pelo futuro' enquanto presos em nossas bolhas de DESinformações....
** Melhor publicado (facilidade de leitura) aqui:

Falcon Heavy, em um Rugido de Trovão, leva a Ambição da SpaceX Para Órbita - Assista o lançamento do SpaceX Falcon Heavy


Humanidade Multi Planetária pode ser um dos Propósitos que nos UNA?

De todos os planetas no nosso Sistema Solar nenhum conseguiu capturar tanto a nossa imaginação coletiva como Marte. Acompanhe a primeira missão a Marte, em 2033, à medida que a tripulação se esforça por aterrar em segurança e colonizar o planeta. No seguimento da entusiasmante missão de ir a Marte, a National Geographic apresenta uma nova linha de programação, que consegue aliar um drama de qualidade cinematográfica que acontece no futuro, com sequências de documentário que incluem pioneiros atuais no campo da tecnologia espacial.

Sua vida em 2027: um olhar para o futuro - Como nossas opções de tecnologia criarão o futuro

Entre os carros sem condutor e a tecnologia de modificação genética e de AI, estamos prestes a ver muitas mudanças, muito grandes, em um curto período de tempo. Mas há um perigo: pessoas se rebelando porque as coisas se movem muito rápido. 

Imaginando o Futuro: A Transformação da Humanidade [em uma "Meta-Inteligência"]

Nesta apresentação histórica, Peter Diamandis compartilha a forma como nos dirigimos rapidamente para uma transformação em escala da espécie humana - o próximo passo evolutivo - para o que ele chama de "Meta-Inteligência", um futuro no qual estaremos todos altamente conectados - cérebro com cérebro, via a nuvem - compartilhando pensamentos, conhecimentos e ações. 
Destaca as 4 forças motrizes, bem como as 4 etapas que estão transformando a humanidade. (...)

"No Colosso Humano (de 8 bilhões de 'células', unidas por nossas Comunicações Massivas (WEB)) como saber se cada um de nós é uma célula saudável ou cancerígena?"

TRECHO TRADUZIDO: [12:00] até [16:10]

Fuller nos traz a perspectiva de que somos todos astronautas: em nossa pequena Espaçonave Terra

"Eu vi que não havia nada que pudesse me impedir de tentar pensar sobre todo nosso planeta Terra e pensar realisticamente sobre como operá-lo em uma base sustentável como a magnífica espaçonave tripulada por humanos que ele é." - R.Buckminster Fuller (...)

sábado, 7 de abril de 2018

Além do FlaFlu - Evitemos Idiotice Política - Disrupção Energia - Geopolítica - Grande Jogo => Perspectivas: América Latina, Brasil, China EUA Rússia



#AlémFlaFlu #EvitemosIdioticePolítica #DisrupçãoEnergia #Geopolítica #GrandeJogo 

#Perspectivas: #AméricaLatina #Brasil #China #EUA #Rússia

O Império mostra sua face

Enfraquecido eleitoralmente, Trump recompõe equipe e instala partidários da guerra nuclear, dos golpes de Estado e da tortura em postos-chave. Quem são eles. Como querem provocar Irã e Coreia do Norte

Por Shahed Ghoreishi, no Counterpunch | Tradução: Inês Castilho

Na última quinta, o presidente Trump deu um passo a mais no sentido de completar sua equipe preferida. O general H. R. McMaster, que Trump disse ser enfadonho, foi substituído como conselheiro de Segurança Nacional pelo ultrafalcão John Bolton. Ele é o mesmo John Bolton que escreveu a apresentação do livro cheio de ódio de Pamela Geller sobre o presidente Obama, conclamou Israel a atacar o Irã com armas nucleares, incitou os Estados Unidos a bombardear o Irã e a Coreia do Norte, abusou de uma funcionária da Agência norte-americana para o Desenvolvimento (Usaid), defendeu pela Associação Nacional de Armas que os cidadãos russos tivessem mais direitos para armar-se, e ainda defende a guerra do Iraque. Eu poderia dizer muito mais.

Outras pessoas nomeadas por Trump têm atributos semelhantes. Mike Pompeo, indicado para assumir o Departamento de Estado, comparou o Irã ao Estado Islâmico e chamou  o país de “estado policial agressivo” que “tem intenção de destruir a América”. Gina Haspel, indicada para assumir a CIA, tem um histórico de tortura a detentos na administração Bush. Ela inclusive destruiu, anos depois, os documentos comprovando as torturas. Enquanto isso, John Kelly continua numa posição precária como chefe de gabinete.

Essa equipe constitui uma gangue do mal. As iniciativas antidiplomacia, pró-tortura, pró-guerra que ela apoiou custaram vidas e criaram instabilidade no Oriente Médio em detrimento da segurança nacional e reputação internacional dos EUA. Some-se a isso o fato de que Bolton  e Pompeo têm ligação com grupos de ódio que promovem divisão interna (não tenha dúvidas de que Trump os aprecia). Algumas de suas nomeações iniciais pertencem à mesma gangue, incluindo a embaixadora nas Nações Unidas, Nikki Haley, e Michael D’Andrea, chefe das operações do Irã na CIA.

Três datas próximas provavelmente encorajaram Trump a fazer essas rápidas mudanças.  (...)


"Esse crime, o crime sagrado de ser divergente nós o cometeremos sempre" - Pagu

A profundidade de sempre – agora para mergulhar no debate sobre crise brasileira.

Certas características marcam Outras Palavras desde 2010: apreço pela profundidade, rejeição ao panfleto, esforço para debater a globalização, as alternativas, os temas ligados à emergência de uma nova cultura política. Estas marcas animarão, nos próximos meses, nossos novos projetos.

Queremos acompanhar a conjuntura brasileira, num período tenso e decisivo. Além de publicar ensaios sobre temas estratégicos, produziremos textos e vídeos mais breves, para interpretar de pronto os fatos que mudam o país e o mundo a cada dia.

Precisamos de seu apoio para manter o que Outras Palavras já é, e ir além:

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Morte do dólar americano? China lança petro-yuan para desafiar o domínio do dólar

TRADUÇÃO DE:
Death of US dollar? China launches petro-yuan to challenge greenback’s dominance

Os futuros de petróleo bruto altamente esperados, com garantia do yuan, foram lançados em Xangai. A China é o maior consumidor de petróleo do mundo, com os olhos nos benchmarks rivais Brent e WTI, além da moeda norte-americana.

(...)  Especialistas consideram os contratos chineses dominados pelo yuan tão históricos pois os novos futuros simbolizam a primeira vez que os investidores estrangeiros podem acessar um mercado chinês de commodities. O lançamento encerra anos de retrocessos e atrasos desde a primeira tentativa do país de listar os títulos em 1993.

Ao mesmo tempo, o lançamento do petróleo em yuan é visto como um golpe para o dólar americano que vem se enfraquecendo nos últimos meses. O dólar dos EUA é a moeda de liquidação predominante para contratos futuros de petróleo. Na segunda-feira, o dólar caiu para ppnto mais baixo, de 16 meses,  contra o iene, mas permaneceu estável contra uma cesta de seis principais moedas

As autoridades chinesas teriam acelerado o lançamento em meio a crescentes importações de petróleo bruto. No ano passado, o país ultrapassou os EUA como o maior importador de petróleo do mundo. Assim, os contratos podem não apenas ajudar a obter algum controle sobre os preços das principais referências internacionais, mas também promover o uso da moeda chinesa no comércio global. (...)


Por que o petróleo ficou barato – e como isso afeta o mundo

Pela primeira vez, o petróleo assusta o globo por estar barato demais. Vários fatores contribuem com essa baixa – e ela terá efeitos bons e ruins
GRAZIELE OLIVEIRA E RODRIGO TURRER

ÉPOCA - 26 de jan de 2016 - (...)  A última vez que o preço do petróleo teve uma queda significativa, no fim dos anos 1980, empurrou a União Soviética para o buraco e ajudou a desmoronar o império soviético. Agora, a queda deve causar solavancos políticos importantes – inclusive em países que são membros da poderosa OPEP, como Angola, Nigéria e Venezuela. A essa lista, podem ser acrescentados países que não fazem parte da organização, como Brasil e Rússia.

A crise econômica na Venezuela, que aos poucos tem levado o chavismo à derrocada, é efeito direto da queda do preço do petróleo. A receita da Venezuela depende em 96% da venda de petróleo bruto. Com ela, o país financia as importações de quase todas as outras mercadorias. Como as exportações de petróleo caíram, os venezuelanos sofrem agora uma severa crise de desabastecimento.

Assim como Hugo Chávez, na Venezuela, se beneficiou politicamente da alta dos preços do petróleo, a disparada da popularidade de Vladimir Putin, na Rússia, coincidiu também com o período em que o valor do barril do óleo chegou às alturas. Os resultados das vendas de petróleo e gás representam metade da receita do governo russo. Por causa da derrocada dos preços, a projeção para a economia russa neste ano é de uma contração de 3,4% do Produto Interno Bruto (PIB). Em um cenário de crise, só restará a Putin, para mostrar força interna, flexionar os músculos militares.

A queda dos preços deve ter também um efeito devastador na indústria de petróleo. Só em 2015, a indústria paralisou mais de 1.000 plataformas de perfuração e registrou um corte de gastos de US$ 100 bilhões. Uma análise da CreditSights, agência independente de pesquisas dos Estados Unidos, projeta que 20 empresas americanas do setor de petróleo deverão falir nos próximos meses. “Há uma total carnificina na indústria de petróleo no momento. Dezenas de pequenas companhias petrolíferas e empresas de perfuração nos Estados Unidos entraram com pedido de falência, e provavelmente haverá muitos mais para vir”, afirma Priest, da Universidade de Iowa. (...)


Sinal dos tempos: Classes Médias Ocidentais IRRITADAS com a Globalização. China a defendendo!!! 

Ian Bremmer: "Globalização boa para os 10% mais ricos e para os 1 bilhão que saíram da pobreza"
"Automação poderá provocar eliminação de empregos nunca vista: insatisfação crescerá..."

#TopRisks2017 #Precariado,  #Standing_Guy #DesempregoTecnológico #QuartaRevoluçãoIndustrial
Cientista político Ian Bremmer lista os 10 riscos para o mundo em 2017 (03/04 23:30)

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Baixe relatório completo no site


China Retalha Trump(Eleitores)!!

As tarifas comerciais impostas pela China aos EUA ameaçam enfraquecer a cintura agrícola do país, principal base de eleitores do presidente norte-americano.…

https://youtu.be/J8oQEESnBCI

"Enquanto Washington visou produtos que beneficiam a política industrial da China, incluindo a iniciativa “Made in China 2025” de substituir importações de tecnologia avançada por produtos domésticos em indústrias estratégicas como TI avançado e robótica, a lista de Pequim aparentemente foi feita sob medida para inflingir danos políticos."

(...)

Se os dois países não conseguirem encontrar uma maneira de resolver a disputa, uma guerra comercial em grande escala poderia desestabilizar as relações comerciais entre os EUA e a China, um componente importante para a economia global.

As novas tarifas comerciais não serão aplicadas imediatamente, então talvez haja espaço para manobras. A publicação da lista de Washington inicia um período de consulta pública que deve durar cerca de dois meses. A data efetiva das mudanças chinesas depende de quando a ação dos EUA entrar em vigor.

A resposta rápida e forte da China para as tarifas dos EUA inicialmente estimulou uma liquidação dos mercados acionários dos EUA, com o Dow Jones caindo 2 por cento na abertura, mas recuperando o terreno positivo ao longo da sessão.

As ações da gigante de aeronaves Boeing Co, a única grande exportadora norte-americana para a China, tropeçaram 2,7 por cento enquanto a fabricante de maquinário agrícola Deere & Co escorregou 4,5 por cento e as da Carterpillar caiu 1,8 por cento.

Enquanto Washington visou produtos que beneficiam a política industrial da China, incluindo a iniciativa “Made in China 2025” de substituir importações de tecnologia avançada por produtos domésticos em indústrias estratégicas como TI avançado e robótica, a lista de Pequim aparentemente foi feita sob medida para inflingir danos políticos.

A lista de Washington foi preenchida com muitos itens industriais obscuros, mas a lista da China afeta produtos importantes de exportação dos EUA, como soja, carne congelada, algodão e outras commodities agrícolas importantes produzidas em Estados do Iowa ao Texas, que votaram em Donald Trump na eleição presidencial de 2016.

A lista se estende a tabaco e uísque, ambos produzidos em Estados que incluem Kentucky, casa do Líder da Maioria no Senado dos EUA, Mitch McConnell, republicano como Trump.

Uma das primeiras oportunidades para EUA e China discutirem a questão se dará durante uma reunião do Fundo Monetário Internacional e do Banco Mundial, de 20 a 22 de abril, em Washington, onde autoridades financeiras tradicionalmente se encontram nos bastidores para discutir questões bilaterais. (...)

EUA sugerem conversas depois que China retalia em luta comercial



COMPARAR COM:
EspaçoVital 1910deNovo? 1a.2a.Guerra...

Fim da Globalização

Ontem Trump anunciou o fim da Globalização. Sua frase é clara no Twiter

"Quando um país (EUA) está perdendo vários bilhões de dólares em comércio com praticamente todos os países com que faz negócios, guerras comerciais são boas, e fáceis de ganhar", escreveu Trump no Twitter;

Brasil é o país mais afetado pela tarifa do aço e do alumínio que Trump criou,
Ai volto ao economista de esquerda e de direita. O de esquerda não se importa muito com o deficit publico. Mas de deficit publico ninguém morre. Se resolve internamente.

Já o de direita louva a poupança externa. O fim sabemos. O sistema explode o balanço de pagamentos e leva todas as nossas reservas. Lembram do FHC em 1998?

O Ilan intervindo no câmbio já aponta o caminho que trilharemos no endeusamento destes capitais especulativos.

Quando deixaremos realmente o câmbio flutuar e evitar que o mercado nos arrombe?

Quando teremos um câmbio competitivo para exportar bens industriais?

Teremos que enfrentar uma nova crise cambial aguda a longo prazo?

O mundo está mudando rapidamente, quando acordaremos?

É isso, um abraço,


Vitor Bellizia
Controller | CFO | Diretor Financeiro | Diretor de Planejamento Financeiro



Em CADA NAÇÃO POR SI MESMA: VENCEDORES E PERDEDORES EM UM MUNDO G-ZERO, Ian Bremmer ILUSTRA UMA MUDANÇA HISTÓRICA NO SISTEMA INTERNACIONAL E NA ECONOMIA MUNDIAL - E UM MOMENTO, SEM PRECEDENTES, DE INCERTEZA GLOBAL.


Pela primeira vez, em sete décadas, não existe um único poder ou aliança de poderes prontos para assumir os desafios da liderança global. Há uma geração, os Estados Unidos, a Europa e o Japão eram as potências do mundo, as democracias de livre mercado que impulsionaram a economia global. Hoje, eles lutam apenas para encontrar sua posição.

O aclamado analista geopolítico Ian Bremmer argumenta que a estrutura do poder mundial enfrenta um vácuo de liderança. Com a urgência unificadora da crise financeira atrás de nós, os diversos valores políticos e econômicos do G20 produziram bloqueio global.

SAIBA MAIS:



América Latina: as faces do novo autoritarismo

Militares voltaram às ruas no Brasil, México e Argentina. Agora, não combatem o “comunismo”, mas o “crime” e o “terror”. E não têm projeto algum: obedecem a uma elite corrupta e aos planos dos EUA

Por Isabella Gonçalves

As democracias latino-americanas vêm passado por um processo de profunda (des)configuração após mais de uma década de experimentalismo democrático, que teve seu ápice na Venezuela e na Bolívia, onde as experiências de poder popular e reinvenção do Estado construíram transformações experimentais na organização do poder político e transformações substantivas na condição de vida das pessoas.

Golpes parlamentares, reviravoltas eleitorais à direita, legislações de exceção, intervenções militares e agora uma ameaça concreta de invasão militar na Venezuela lançam sobre o continente a sombra do militarismo e do autoritarismo.

No Brasil, o governo ilegítimo de Temer decidiu romper o pacto federativo e mudar o comando da segurança pública de todo o Estado do Rio de Janeiro, colocando-o nas mãos das Forças Armadas. Desta forma, imprime no país uma condição de estado de exceção, ajuda a conter os levantes de um Estado à beira do colapso e legitima a matança irresponsável e impune dos condenados de sempre: pretos, pobres e favelados.[1]  (...)




Por que as elites apelam ao golpe

Num país dividido em Casa Grande e Senzala, poucos governos ousaram elevar salários e cobrar impostos dos ricos. Nenhum deles permaneceu de pé

Por Róber Iturriet Avila e Pedro Vellinho Corso Duval

As destituições presidenciais ocorridas em 1964 e 2016 possuem distinções em termos de método, instrumento e velocidade. Um olhar mais cuidadoso, entretanto, é capaz de identificar nestes epifenômenos causalidades nos interesses políticos dos respectivos grupos sociais representados e contrários aos então presidentes. Este breve texto, de forma simplificadora, busca quantificar e qualificar algumas dessas causas através da variação real do salário mínimo, da incidência tributária e das políticas sociais distributivistas interrompidas ou restringidas.(...)

quinta-feira, 5 de abril de 2018

Esta IA de leitura da mente pode ver o que você está pensando - e desenhar uma imagem disto



A "ressonância magnética funcional" permite que os computadores visualizem o que as pessoas estão pensando.

Esta IA de leitura da mente pode ver o que você está pensando - e desenhar uma imagem disto

Cientistas ao redor do mundo estão correndo para ser o primeiro a desenvolver algoritmos artificialmente inteligentes que possam ver dentro de nossas mentes.

A ideia não é nova: na ficção científica dos anos 50 e 60, médicos enlouquecidos eram frequentemente vistos colocando estranhas engenhocas nas cabeças das pessoas para decifrar seus pensamentos. A série britânica de TV Quatermass and the Pit - em que tal máquina é usada para traduzir os pensamentos de invasores alienígenas - é um excelente exemplo.

Agora a realidade está alcançando a fantasia. No ano passado, especialistas em IA da China, EUA e Japão publicaram pesquisas mostrando que os computadores podem replicar o que as pessoas estão pensando usando máquinas de ressonância magnética funcional (fMRI) - que medem a atividade cerebral - ligadas a redes neurais profundas, que replicam as funções do cérebro humano.

Isso é telepatia?

Enquanto as manchetes em todo o mundo gritavam que a IA agora pode ler mentes, a realidade parece ser mais prosaica. Os computadores ainda não são capazes de antecipar o que pensamos, sentimos ou desejamos. Como escreveu a revista científica Anjana Ahuja no Financial Times, em vez de telepatia, “uma descrição mais precisa, embora menos cativante, seria um algoritmo de 'reconstrução do campo visual'”.

A maior parte da pesquisa até agora tem sido destinada a decifrar imagens do que os sujeitos estão olhando ou, em circunstâncias limitadas, sobre o que eles estão pensando.

Estudos já se concentraram em programas que produzem imagens baseadas em formas ou letras que eles aprenderam a reconhecer quando vistas através das mentes dos sujeitos.

No entanto, em uma recente pesquisa, dos Laboratórios de Neurociência Computacional ATR do Japão e da Universidade de Kyoto, cientistas disseram que não apenas um programa capaz de decifrar imagens foi treinado para reconhecer quando as pessoas olhavam para eles, mas: reconstrução a formas artificiais, indicando que nosso modelo realmente "reconstrói" ou "gera" imagens da atividade cerebral, e não combina [match] apenas com exemplos."

                            
Artificial Intelligence and Robotics
Explore the latest strategic trends, research and analysis

Em outras palavras, ele poderia decodificar e representar uma imagem que não tinha sido "treinado" para ver.

Pense nessa frase novamente!

Enquanto isso, cientistas da Universidade Carnegie Mellon, nos Estados Unidos, afirmam ter dado mais um passo em direção à leitura mental usando algoritmos para decodificar sinais cerebrais que identificam pensamentos mais profundos como “o jovem autor falou com o editor” e “a inundação danificou o hospital".

A tecnologia, segundo os pesquisadores, é capaz de compreender eventos complexos, expressos como sentenças, e características semânticas, como pessoas, lugares e ações, para prever que tipos de pensamentos estão sendo contemplados.


Depois de acessar os gatilhos mentais para 239 sentenças, o programa foi capaz de prever a frase 240 com 87% de precisão.

Marcel Just, que lidera a pesquisa, disse: “Nosso método supera a desafortunada propriedade da fMRI de unir os sinais que emanam de eventos cerebrais que ocorrem juntos no tempo, como a leitura de duas palavras sucessivas em uma frase.

“Esse avanço possibilita, pela primeira vez, decodificar pensamentos contendo vários conceitos. É disso que a maioria dos pensamentos humanos são compostos."

Desafios éticos

Os resultados dessa pesquisa prometem muita coisa que poderia beneficiar a humanidade. Os desenvolvimentos mostram que percorremos um longo caminho desde que o professor fictício Quatermass usou uma máquina de leitura da mente para interpretar os pensamentos dos marcianos.

Sim, há temores de que poderíamos desenvolver máquinas de matar que operam na velocidade do pensamento humano, mas igualmente esses avanços poderiam ajudar aqueles sem os poderes da fala ou do movimento e acelerar as traduções multilíngües, sem a necessidade de implantar eletrodos nas cabeças das pessoas. 

Muitos, incluindo o empreendedor serial de tecnologia Elon Musk, estão entusiasmados com as oportunidades que tais tecnologias podem trazer para a vida de pessoas com deficiências, mas pesquisadores e governos ainda não explicaram como podem garantir que eles sejam usados para beneficiar a raça humana em vez de prejudicar. 

E, apesar dos rápidos desenvolvimentos aqui e em áreas relacionadas, como edição de genes e incorporação de humanos com computadores, não estamos mais perto de um acordo global sobre quais padrões éticos e morais são necessários neste admirável mundo novo.

TRADUÇÃO DE:

quarta-feira, 4 de abril de 2018

Singularity University Megatrends - Mega Tendências identificadas por participantes da Singularity University

CONTAGEM REGRESSIVA PARA  A SINGULARIDADE 
2013 – 2038
A seguir estão os futuros marcos previstos que encontraremos durante os 25 anos da nossa jornada Abundância 360. Essas previsões são feitas por Peter, Palestrantes do A360 e membros selecionados da Singularity University.

Repasso tradução como recebida via Whatsapp.

Versão em Inglês pode ser lida aqui:


Comunidade A360:

JOIN PETER DIAMANDIS' ABUNDANCE 360 COMMUNITY
Apply for Peter's highly-curated group of 360 entrepreneurs, executives, and investors committed to transforming their success into significance.


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JUNTE-SE À COMUNIDADE ABUNDANCIA 360 DE PETER DIAMANDIS 
Inscreva-se para o grupo de 360 empreendedores, executivos e investidores,  com curadoria intensa de Peter, comprometidos em transformar seu sucesso em significado.

(Clique nas imagens para ampliar)













O Futuro da Humanidade - por Yuaval Noah Harari (Homo Deus e Sapiens)

(Clique na imagem para ampliar)

Dr Yuval Noah Harari explica como as revoluções na tecnologia e na sociedade irão transformar nossos corpos e mente.

Através da história existiram muitas revoluções: em tecnologia, em economia, na sociedade, na política. Mas algo tem permanecido constante: a própria humanidade. Nós ainda temos os mesmos corpos, os mesmos cérebros, as mesmas mentes como nossos ancestrais na China ou na Idade da Pedra. Nossas ferramentas e instituições são muito diferentes daquelas do tempo de Confúcio, mas as estruturas profundas do corpo e mente humanas permanecem as mesmas.

Entretanto, a próxima grande revolução na história irá mudar isso. No século 21, haverá novamente muitas revoluções na tecnologia, na economia, na política. Mas pela primeira vez na história, a própria humanidade irá sofrer uma revolução radical. Não somente nossa sociedade e economia, mas nossos corpos e mentes serão transformados por novas tecnologias tais como engenharia genética, nanotecnologia e interfaces cérebro-computador.

Recomendo, muito, assistir este vídeo (associado neste link existem outros vídeos com o autor):  https://www.youtube.com/watch?v=XOmQqBX6Dn4


*Alguns trechos extraídos da legenda:*

Muito obrigado por esta introdução e especialmente pela apresentação do livro não como um livro de futurologia porque para mim algo muito importante é que todos entendam, aqueles que lerão o livro que não é um livro sobre profecias sobre o futuro mas sim tenta analisar diferentes possibilidades que podem ou não ser realizadas; ainda temos alguma habilidade para fazer algo a respeito.

Escrever um livro de profecias creio que não é um bom exercício se ele tornar-se uma realidade pouco importa. Você não pode fazer nada sobre isso. É muito mais interessante, muito mais importante, escrever sobre diferentes possibilidades. E, se você não gosta de nenhuma, faça algo sobre isso para evitar as piores possibilidades que podem se tornar realidade.

E, hoje, o que eu quero discutir é uma das possibilidades. Uma particularmente importante possibilidade que agora estamos enfrentando. Que é o surgimento da inteligência artificial e o potencial que a inteligência artificial se converta na forma de vida dominante na Terra e mesmo além da Terra e o quê isso significaria para o Homo sapiens.

[Após discorrer sobre a evolução da Vida Orgânica e suas limitações, pela adaptação por Seleção Natural às condições deste planeta, explora as possibilidades da Vida Inorgânica - que nunca existiu e agora estamos criando. Seus impactos nos empregos, citando dois exemplos: motoristas profissionais e médicos - já *hoje* suplantados por *IAs de Carros Autônomos* e *IAs médicas (ex. Watson, da IBM)*]

[21:10] ... porque cada vez mais especialistas acreditam que nem todos os médicos mas muitos, talvez 50, 60, 80 por cento serão substituídos por IA, nos próximos 10, 20 ou 30 anos. E as mesmas coisas podem acontecer a muitas outras profissões - advogados, professores, corretores de seguros.

Quando a gente escuta estas coisas, uma das objeções mais comuns é a de que já ouvimos isto antes. Ouvimos antes, este temor que as máquinas vão substituir os humanos.

Não é novo, muitas pessoas no século XIX e XX estavam com medo de que as máquinas substituíssem as pessoas na agricultura e na indústria e que haveria um grande desemprego e haveria uma crise com todas estas pessoas desempregadas. E não aconteceu, porque vimos trabalhos desaparecerem e novos trabalhos surgirem para substituir aqueles não temos uma crise, hoje em dia, com massas desocupadas.

O que acontece é que a maioria das pessoas em sociedades desenvolvidas deixaram de trabalhar na agricultura e na indústria, hoje em países como Inglaterra e EUA, somente 2% da força de trabalho trabalham no campo, comparado com 90% antes da revolução industrial. Talvez 15 ou 20 por cento ainda trabalham nas indústrias, fazendo trabalhos físicos. A grande maioria trabalha nos serviços.

O problema é que não podemos estar seguros que a mesma situação acontecerá de novo com esta nova revolução porque os humanos tem, basicamente, dois tipos de habilidades: habilidades físicas e habilidades mentais, cognitivas.

O que aconteceu nos séculos XIX e XX é que as máquinas competiram e superaram os humanos em habilidades físicas portanto humanos basicamente pararam de realizar tarefas físicas e foram para trabalhos que requerem habilidades cognitivas, como o setor de serviços.

Agora, máquinas estão começando a competir e nos superar também em habilidades cognitivas e não sabemos de alguma outra habilidade que os humanos poderiam ter e no que todo mundo poderia começar a trabalhar. Não sabemos!

Outro problema é que se novos trabalhos aparecerem as mudanças acontecem tão rapidamente que os humanos teriam que se reinventar todo o tempo durante a sua vida na qual é algo muito difícil depois de certa idade. Quando você tem 15 ou 20 anos o que você faz é inventar e se reinvertar. Mesmo nesse cenário, não é muito fácil. 

Mas quando tem 40 ou 50 anos é muito mais difícil. Pensemos, por exemplo, em 20 anos. Não havendo trabalhos para taxista, médicos e corretores de seguros, terão que se reinventar em designer de mundos virtuais.Isto é algo completamente difícil para um taxista ou um corretor de seguros de 50 anos - reinventar-se em uma nova pessoa, agora você é um criador de mundos virtuais... Como seria um mundo virtual criado por corretor de seguros de 50 anos? 

  ... voltando ao início: O que ensinaremos às nossas crianças hoje na escola? E a resposta é que ninguém tem ideia. As crianças que começam a estudar hoje, primeira semana, do ensino fundamental. Não sabemos nada de como será o mercado de trabalho quando estas crianças chegarem aos 30 ou 40 anos. É muito provável que o que aprenderem será completamente irrelevante. Mas, então, o quê ensinar-lhes? Ninguém sabe, porque sinceramente não sabemos que tipo de mercado de trabalho haverá em 2050. E que tipo de habilidades as pessoas precisarão neste momento desconhecido do mercado de trabalho.

Como disse antes, o século XIX criou uma nova classe de trabalhadores urbanos. E grande parte da história política e social do século XIX e XX girou em torno desta nova classe de trabalhadores

Semelhantemente, no século XXI, é provável que vejamos o surgimento de uma nova classe: a classe dos inúteis! A maioria da história política, econômica e social do século XXI acontecerá em torno desta nova classe. E levantará a questão do que fazer com bilhões e bilhões de pessoas economicamente inúteis?

E porque são economicamente inúteis, o perigo é que também percam o poder político. Porque, usualmente, a utilidade econômica vai de encontro ao poder político. Enquanto humanos perdem sua utilidade econômica, talvez percam também seu poder político.

Para dar um simples exemplo: quando existem milhões de taxistas, caminhoneiros e motoristas de ônibus, cada um deles domina uma pequena parte do mercado de transporte. E isto lhes dá uma certa quantidade de riqueza econômica. E também lhes dá certa quantidade de poder político. Se puderem se sindicalizar e se o governo faz uma política que todos estes motoristas não gostam, podem fazer greve, portanto tem um certo poder político.

Se substituírem todos esses motoristas, com veículos autônomos, que são basicamente dirigidos pelo mesmo algoritmo, o mercado será dominado pela mesma empresa, que é propriedade alguns bilionários.

O poder econômico e político que foi compartilhado por milhões de motoristas está agora monopolizado por, talvez, 5 ou 10 indivíduos.

Como disse no começo isto não é uma profecia nada sabemos realmente sobre como o mercado de trabalho, a economia e o sistema político será em 2050.

Mas, se você não gosta desta possibilidade em particular, poderá fazer algo sobre isso.

Obrigado [28:06]

quinta-feira, 29 de março de 2018

O novo conjunto de habilidades que mal existe, mas os bancos estão desesperados para contratar

Digital transformation jobs

TRADUÇÃO DE:

The new skillset that barely exists but banks are desperate to hire
https://news.efinancialcareers.com/uk-en/311682/digital-transformation-jobs-banks/

Cada época tem algumas buzzwords próprias. Da “eletronificação” da negociação à “mudança regulatória” e “racionalização de negócios”, as tendências operacionais definem o ambiente para todos os que trabalham no front office dos bancos de investimento. Raramente, no entanto, uma moda tem sido tão popular ou tão abrangente quanto a mais recente, "transformação digital".

A empresa de administração de fundos Schroders reflete adequadamente o escopo da mania. A Schroders diz que está no processo de uma “transformação digital de ponta a ponta”, um “processo extremamente ambicioso” e algo que acabará “mudando fundamentalmente” a maneira como faz negócios e interage com os clientes. Não é a única. "Tudo sobre o nosso modelo de negócios está mudando", disse o diretor executivo do Deutsche Bank, John Cryan, em 2016, sobre as aspirações digitais do banco, "... estamos muito antiquados".

A transformação digital não é menos que uma revolução, e as pessoas que pretendem ser especialistas em transformação digital são tão desejáveis quanto você poderia ser.

"No momento, todos os bancos estão em contratação de especialistas em transformação digital", diz Paul Bennie, diretor administrativo da empresa de recrutamento Bennie MacLean. "Isso realmente decolou e há um grupo de talentos muito limitado, de pessoas com a combinação necessária de especialização em negócios e conhecimento técnico".

Adrian Crockett, um ex-diretor financeiro do Credit Suisse, com sede em Nova York, está em processo de lançamento da Fingital, uma consultoria de transformação digital com foco bancário. Ele diz que as pessoas com as habilidades necessárias são como pó de ouro. "É quase impossível encontrar pessoas com experiência em transformação digital em bancos de investimento", diz ele. "Não há muitas pessoas que fizeram isso - você está procurando por unicórnios que não existem."

A enormidade da tarefa é parte do problema. Enquanto as pessoas para mudança  de regulamentação precisam “apenas” saber sobre o impacto da regulamentação nos fluxos de negócios, os especialistas em transformação digital precisam de uma perspectiva ampla sobre os negócios, a tecnologia e o uso de dados.

“Os bancos precisam contratar pessoal de transformação digital com uma forte experiência no setor e compreensão de seus produtos, além de uma sólida experiência em tecnologia, além de uma sólida experiência em gerenciamento de mudanças”, diz Crockett. Ele acrescenta que existem dois pontos: cultura e dados. "Os banqueiros podem ser bastante cruéis com as pessoas que não entendem o negócio, e a maioria dos bancos está muito atrasada na coleta de dados. - Quando você fala com um banqueiro sobre dados, eles pensam em números do PIB ou relatórios da empresa, enquanto o que é necessário para aprendizado de máquina e digitalização são números no número de lançamentos produzidos a cada ano e a quantidade de gráficos que eles contêm.

Pessoas inteligentes do front office estão se colocando à frente. George Lee, sócio do Goldman Sachs, banqueiro de investimento de carreira e presidente do conselho de operações bancárias do TMT, está supervisionando a transformação digital do Goldman em seu comparativamente novo papel como co-diretor de engenharia no IBD do banco de investimentos. Um ex-operador de voz que se mudou para a e-trading há mais de 10 anos, diz que viu a escrita na parede e se reinventou como alguém com experiência em automação e redução de custos: “Você olha para tirar 50-60-70% dos processos manuais - precificação de negócios, busca de eixos, troca de idéias, relatórios de posição, análise de risco. Essas ferramentas de vendas podem ser digitalizadas para criar uma enorme redução de custos ”.

Alguns bancos estão arrancando especialistas seniores de transformação digital de suas fileiras internas. O HSBC, por exemplo, promoveu Peter Taylor, seu ex-chefe de execução de padrões globais, para chefe de transformação digital desta vez, no ano passado, e a Natixis transformou o COO do Reino Unido em uma liderança em transformação digital em setembro passado. Outros estão contratando fora do setor: quando o Deutsche Bank quiz um diretor digital baseado em Londres no ano passado, escolheu Thomas Nielsen, ex-diretor digital para os supermercados da Tesco. O perfil de Nielsen no LinkedIn diz que ele agora “ajuda a transformar o Deutsche Bank em uma potência digital global”.

Crockett diz que alguns banqueiros e traders estão com medo de se mudar para empregos de transformação digital porque eles acham que não receberão tanto dinheiro lá. Esse pode ser o caso. Mas, enquanto os bancos correm para contratar especialistas em transformação digital, os recrutadores dizem que o salário está subindo: os diretores de tecnologia nos bancos dos EUA em Londres estão agora em £ 500 mil. Isso pode não ser muito comparado a algumas funções de front office, mas pelo menos você estará orquestrando o processo que automatiza os jobs e não as suas conseqüências.

terça-feira, 20 de março de 2018

Acidente com carro autônomo do Uber mata mulher no Arizona - Analise de 2014 previa ocorrência e consequências..


Acidente com carro autônomo do Uber mata mulher no Arizona

É a primeira vez que um carro sem motorista se envolve em um acidente fatal; empresa suspendeu testes com tecnologia por tempo indeterminado
Por Mariana Lima - O Estado de S. Paulo
19/03/2018 | 15h04

Um carro sem motorista do Uber atropelou na noite do domingo, 18, uma moradora da cidade de Tempe, no Arizona, nos Estados Unidos. Segundo a polícia local, Elaine Herzberg, de 49 anos, atravessava a rua fora da faixa de pedestres quando foi atingida pelo veículo, morrendo no hospital. É a primeira vez que um veículo totalmente autônomo se envolve num acidente fatal. O acidente ocorre no momento em que a tecnologia começa a ganhar força no mundo.

Em nota, o Uber disse que na hora do acidente o carro estava na função autônoma, mas que um motorista estava de prontidão dentro do veículo – a empresa não informou, porém, se ele tomou alguma atitude para evitar o acidente.(...)


Não ocorreu conforme a analise do Capítulo:
7.8 UMA (POSSÍVEL) HISTÓRIA DE CARROS QUE SE AUTO-DIRIGEM
Mas as reações 'seguem o script' ....:

(...) Então, o primeiro acidente mais significativo aconteceu.

Um carro que se auto-dirigia estava vagando por aí como de costume, quando outro carro, dirigido por um humano, bateu nele. A pessoa dirigindo o veículo antigo estava excedendo o limite de velocidade e não se importou em seguir as placas da rua também. Logo, foi culpa dele. O carro cibernético tentou evitar a colisão, mas o outro carro estava simplesmente muito rápido e tudo isso aconteceu rápido demais. O resultado: o motorista do carro antigo, e o amigo que estava com ele, morreram. Os noticiários enlouqueceram. Manchetes como "Primeiro carro que se auto-dirige mata duas pessoas", "A máquina de matar", e "Quem vai pagar por isso?" dominaram a arena de notícias. As famílias das vítimas são entrevistadas em rede nacional de TV, sua dor e raiva fermentaram o ódio contra as máquinas que tinha estado dormente até então. "Eu sabia que isso ia acontecer" - "Você não pode confiar em uma máquina" - "Eu votei contra essa lei" - "Nós vamos fazer o que for necessário para nos assegurar de que isso não aconteça novamente", e outras falas sem sentido como essas foram espalhadas em cada canto das notícias. 

Apenas alguns trouxeram o fato de que, entre o inicio do uso dos carros que se auto-dirigem e o primeiro acidente de maior importância, aconteceram milhares de acidentes entre motoristas humanos, onde centenas morreram e nenhum deles apareceu nas notícias. Isso não importava: fatos não são importantes, o que importa é a nossa percepção da realidade. Alguns estados declararam que eles nunca iriam permitir que essas máquinas infernais causassem mais danos e se recusaram a aceitá-las. Mais legislação, mais discurso público, mais debates e oposição logo se seguiram.  (...)



UBER COMPRA 24 MIL VOLVOS XC90 PARA EXPANDIR SUA FROTA DE AUTÔNOMOS

Carros serão entregues entre 2019 e 2021
por REDAÇÃO AUTOESPORTE



20 de nov de 2017 - A Uber entrou em um acordo para comprar milhares de carros da Volvo para preparar uma frota de veículos totalmente autônomos. ... O novo contrato prevê a compra de até 24 mil veículos XC90 entre 2019 e 2021, em um negócio que deve render cerca de US$ 1,4 bilhão (R$ 4,6 bilhões) à montadora.





Apollo (Baidu) pode permitir que um engenheiro de software converta qualquer carro em um veículo auto-dirigido em cerca de 48 horas.

Baidu lançou o Apollo Scape, considerado o maior conjunto de dados de código aberto do mundo para tecnologia de condução autônoma. Apollo é a plataforma de condução autônoma da Baidu, Apollo, que Baidu espera que se torne "o Android da indústria automobilística".

https://www.linkedin.com/feed/update/urn:li:activity:6381241171112390656




UBER x Caminhoneiros
Chegou a vez, depois dos taxistas. Só q agora caminhoneiro não será motorista UBER...


(...) Os caminhões autônomos da Uber vêm sendo testados há alguns meses, e agora fazem parte do esquema de distribuição de carga do Uber Freight. No entanto, nem todas as entregas são feitas com esses veículos inteligentes.





Como um Carro Elétrico Auto Conduzido vê e reage ao seu entorno: Super Computador sobre Rodas!


---- E as melhorias esperadas, em custo e performance, dos Veículos Elétricos Auto Conduzidos (fator 1000x, até 2025 - para sensores Lidar e CPU's para IA) são os argumentos do Tony Seba para adoção, breve, do Transporte como Serviço (TcS). 



Por fatores econômicos = 10× mais barato usar TcS do que possuir Carro Individual.

UBER e seus rivais chineses já iniciaram o processo. 

Veremos... Até aqui acertou as previsões do livro de 2014...



Tesla anuncia os preços dos seus caminhões elétricos revolucionários

https://www.facebook.com/automacaoInteligenciaorganizacional01/photos/a.648435865360280.1073741828.648414898695710/863964510474080/?type=3&theater





Uber compra US$ 1 bilhão em carros que vão dirigir sem motorista. Amazon faz 1ª entrega de produtos usando drone

https://www.facebook.com/automacaoInteligenciaorganizacional01/photos/a.648435865360280.1073741828.648414898695710/862343853969479/?type=3&theater





DISRUPÇÃO LIMPA DE ENERGIA E TRANSPORTE - Tony Seba - A era industrial, na energia e nos transportes, acabará até 2030. Talvez antes. (Tradução da resenha do autor)

As tecnologias de melhoramento exponencial, como energia solar, veículos elétricos e carros autônomos (auto-condução) irão perturbar e varrer as indústrias de energia e transporte como as conhecemos

https://www.facebook.com/DespertarGaia/photos/a.869697769817496.1073741827.869692046484735/1548043185316281/?type=3&theater






EXAME: Holanda testa primeiro ônibus sem motorista em vias públicas - 02/02/2016

São Paulo – O primeiro ônibus elétrico sem motorista foi testado em vias públicas na Holanda. Chamado WePod, o veículo pode transportar até seis pessoas e atinge velocidade máxima de 24 km/h.

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Veículos sem Motoristas: a Google não está mais sózinha