quinta-feira, 7 de dezembro de 2017

A "internet das coisas" está nos enviando de volta à Idade Média



Tradução de:

The ‘internet of things’ is sending us back to the Middle Ages



https://theconversation.com/the-internet-of-things-is-sending-us-back-to-the-middle-ages-81435


Os dispositivos habilitados para internet são tão comuns, e tão vulneráveis, que hackers invadiram recentemente um cassino através do seu aquário. O tanque tinha sensores conectados à internet que mediam a temperatura e a limpeza. Os hackers entraram nos sensores do tanque de peixes e, em seguida, para o computador usado para controlá-los e de lá para outras partes da rede do cassino. Os intrusos conseguiram copiar 10 gigabytes de dados para algum lugar da Finlândia.

Ao olhar para este tanque de peixe, podemos ver o problema com os dispositivos da  "internet de coisas": nós realmente não os controlamos. E nem sempre é claro quem o faz - embora, muitas vezes, designers de software e anunciantes estejam envolvidos.

No meu livro recente, "Possuído: Propriedade, Privacidade e a Nova Servidão Digital" [N.T.: em tradução livre], eu discuto o que significa nosso ambiente ser 'semeado' com mais sensores do que nunca. Nossos tanques de peixes, televisores inteligentes, termostatos domésticos habilitados para internet, dados de treinamentos físicos e smartphones constantemente coletam informações sobre nós e nosso ambiente. Essa informação é valiosa não apenas para nós, mas para pessoas que querem nos vender coisas. Eles garantem que os dispositivos habilitados para internet sejam programados para estar bastante ansiosos para compartilhar informações.

Pegue, por exemplo, Roomba, o aspirador robótico adorável. Desde 2015, os modelos high-end criaram mapas das casas de seus usuários, para navegar mais eficientemente durante a limpeza. Mas como a Reuters e o Gizmodo relataram recentemente, o fabricante da Roomba, iRobot, pode planejar compartilhar esses mapas dos layouts das casas particulares das pessoas com seus parceiros comerciais.

Violações de segurança e privacidade são construídas

Como o Roomba, outros dispositivos inteligentes podem ser programados para compartilhar nossas informações privadas com os anunciantes em back-channels dos quais não temos conhecimento. Em um caso ainda mais íntimo do que o plano de negócios da Roomba, um dispositivo de massagem erótica controlável pelo Smartphone, chamado WeVibe, reuniu informações sobre quais configurações, com qual frequência e em que horas do dia foi usado. O aplicativo WeVibe enviou esses dados de volta ao seu fabricante, que concordou em pagar uma liquidação judicial de vários milhões de dólares quando os clientes descobriram e se opuseram à invasão de privacidade.

Esses back-channels também são uma séria fraqueza de segurança. O fabricante do computador Lenovo, por exemplo, costumava vender seus computadores com um programa chamado "Superfish" pré-instalado. O programa tinha como objetivo permitir que a Lenovo - ou as empresas que o pagassem - inserisse, secretamente anúncios direcionados, para os resultados das buscas na web, dos usuários. O jeito que o fez foi absolutamente perigoso: sequestrou o tráfego dos navegadores da web sem o conhecimento do usuário - incluindo as comunicações web, dos usuários, que se pensava estar criptografados de forma segura, como conexões com bancos e lojas online, para transações financeiras.

O problema subjacente é a propriedade

Uma das principais razões pelas quais não controlamos nossos dispositivos é que as empresas que os fazem parecem pensar - e definitivamente agem como - se elas ainda os possuíssem, mesmo depois de os comprarmos. Uma pessoa pode comprar uma caixa, de aparência bonita, cheia de eletrônicos que podem funcionar como um smartphone, coloca o argumento corporativo, mas eles apenas compram uma licença para usar o software que está dentro. As empresas dizem que ainda possuem o software e, por possuí-lo, podem controlá-lo. É como se um revendedor de automóveis vendesse um carro, mas reivindicasse a propriedade do motor.

Esse tipo de arranjo está destruindo o conceito básico de posse de uma propriedade . John Deere já disse aos agricultores que eles realmente não possuem seus tratores, mas apenas licenciam o software - então eles não conseguem consertar seu próprio equipamento agrícola ou até levá-lo a uma oficina de reparação independente. Os agricultores estão se opondo, mas talvez algumas pessoas estejam dispostas a deixar as coisas deslizarem quando se trata de smartphones, que geralmente são comprados em um plano de parcelamento de pagamento e negociados o mais rápido possível.

Quanto tempo levará antes de perceberem que eles estão tentando aplicar as mesmas regras para nossas casas inteligentes, televisores inteligentes em nossas salas e quartos, banheiros inteligentes e carros habilitados para internet?

Um retorno ao feudalismo?

A questão de quem controla a propriedade tem uma longa história. No sistema feudal da Europa medieval, o rei possuía quase tudo, e os direitos de propriedade de todos dependiam da relação deles com o rei. Os camponeses viveram em terra concedida pelo rei a um senhor local, e os trabalhadores nem sempre possuíam as ferramentas que usavam para agricultura ou outros negócios como carpintaria e ferreiro.

Ao longo dos séculos, as economias e os sistemas jurídicos ocidentais evoluíram para o nosso arranjo comercial moderno: as pessoas e as empresas privadas, muitas vezes, compram e vendem itens próprios e possuem terra, ferramentas e outros objetos. Além de algumas regras básicas do governo, como a proteção ambiental e a saúde pública, a propriedade vem sem restrições.

Este sistema significa que uma empresa de automóveis não pode me impedir de pintar meu carro com uma tonalidade chocante de rosa ou de mudar o óleo em qualquer loja de reparo que eu escolher. Eu até posso tentar modificar ou consertar meu carro sozinho. O mesmo é verdade para minha televisão, meu equipamento agrícola e minha geladeira.

No entanto, a expansão da internet parece estar nos trazendo de volta a algo parecido com aquele antigo modelo feudal, onde as pessoas não possuíam os itens que usavam todos os dias. Nesta versão do século XXI, as empresas estão usando leis de propriedade intelectual - destinadas a proteger idéias - para controlar objetos físicos que os consumidores pensam possuir.

Controle de propriedade intelectual

Meu celular é um Samsung Galaxy. O Google controla o sistema operacional e o Google Apps que fazem com que o smartphone Android funcione bem. O Google os autoriza para a Samsung, que faz sua própria modificação na interface do Android e sublicencia o direito de usar meu próprio telefone para mim - ou, pelo menos, esse é o argumento que o Google e a Samsung usam. A Samsung cria ofertas, com muitos provedores de software, que querem obter meus dados para seu próprio uso.

Mas esse modelo é falho, na minha opinião. Precisamos do direito de consertar nossa própria propriedade. Precisamos do direito de expulsar anunciantes invasivos de nossos dispositivos. Precisamos da capacidade de desligar os canais de informação dos anunciantes, não apenas porque não adoramos ser espionados, mas porque essas portas traseiras são riscos de segurança, como as histórias de Superfish e do aquário hackeado mostrados. Se não temos o direito de controlar nossa própria propriedade, nós realmente não a possuímos. Nós somos apenas camponeses digitais, usando as coisas que compramos e pagamos submetidos aos  capricho de nosso senhor digital.

Mesmo que as coisas pareçam sombrias, agora, há esperança. Esses problemas rapidamente se tornam pesadelos de relações públicas para as empresas envolvidas. E há um apoio bipartidário sério para as leis de direito a reparação  que restauram alguns poderes de propriedade, para os consumidores.

Nos últimos anos, houve progressos na recuperação de propriedade em relação aos  pretendidos pelos barões digitais. O que é importante é que reconheçamos e rejeitemos o que essas empresas estão tentando fazer, compremos de acordo, exerçamos, vigorosamente, nossos direitos de usar, reparar e modificar nossa propriedade inteligente e apoiar os esforços para fortalecer esses direitos. A ideia de propriedade ainda é poderosa em nossa imaginação cultural, e ela não vai morrer facilmente. Isso nos dá uma janela de oportunidade. Espero que possamos aproveitá-la.

______________________________
Nota de Claudio Estevam Próspero:

Defendo uma solução diferente para estas questões ligadas à propriedade: não sua reafirmação ou complicadas reformas dos Direitos de Propriedade. E sim sua Total Substituição por arranjos que privilegiem o Acesso com Regulação de Privacidade de Dados (considero interessantes as propostas BlockChain para o assunto). Para uma proposta parcial sobre o assunto (substituir propriedade por acesso total), ver:

 terça-feira, 20 de janeiro de 2015
Como poderia ser Um Dia na Vida de uma Sociedade que evoluiu para além da Economia de Mercado Capitalista (Eficiência de Mercado - Lógica do Dinheiro - Modelo Financista)#Estilo_Vida, #Fator_Humanidade, #Liberdade, #Movimento_Zeitgeist, #Pos_Capitalismo, #Pós-Escassez

http://reflexeseconmicas.blogspot.com.br/2015/01/como-poderia-ser-um-dia-na-vida-de-uma.html

Para evitar as desqualificações automáticas (sem avaliação de propostas), exemplo: taxações de propostas como Comunismo, Socialismo, etc. (sem desmerecer as propostas dos que defendem estas ideias), ver:

 sexta-feira, 13 de janeiro de 2017

Comunismo VS. Economia Baseada em Recursos - Um Guia Definitivo e Como a EBR Será Originada

           


terça-feira, 5 de dezembro de 2017

Humanidade Multi Planetária pode ser um dos Propósitos que nos UNA?


#QuartaRevoluçãoIndustrial #SpaceX #Marte #PlanetaryResources 

#NASA #SingularityUniversity #ElonMusk #PeterDiamandis

"De todos os planetas no nosso Sistema Solar nenhum conseguiu capturar tanto a nossa imaginação coletiva como Marte. Acompanhe a primeira missão a Marte, em 2033, à medida que a tripulação se esforça por aterrar em segurança e colonizar o planeta. No seguimento da entusiasmante missão de ir a Marte, a National Geographic apresenta uma nova linha de programação, que consegue aliar um drama de qualidade cinematográfica que acontece no futuro, com sequências de documentário que incluem pioneiros atuais no campo da tecnologia espacial."



NETFLIX - Marte - Episódio 1: "Um novo lar"



Space Exploration Technologies Corp., cujo nome comercial é SpaceX, é uma empresa estadunidense de sistemas aeroespaciais e de serviços de transporte espacial sediada em Hawthorne, Califórnia. Foi fundada em 2002 pelo empresário Elon Musk com o objetivo de reduzir os custos de transporte espacial e permitir a colonização de Marte.[5] A SpaceX desenvolveu desde então a família de veículos de lançamento Falcon e a família de nave espacial Dragon, que atualmente entregam cargas úteis na órbita terrestre.


As conquistas da SpaceX incluem o primeiro foguete de combustível líquido com financiamento privado a chegar à órbita da Terra (Falcon 1 em 2008);[6] a primeira empresa com financiamento privado a lançar, orbitar e recuperar uma nave espacial (Dragon em 2010); a primeira empresa privada a enviar uma nave espacial para a Estação Espacial Internacional (EEI) (Dragon em 2012);[7] o primeiro pouso propulsivo de um foguete orbital (Falcon 9 em 2015); e a primeira reutilização de um foguete orbital (Falcon 9 em 2017). Em março de 2017, a SpaceX já havia transportado dez missões para a EEI sob um contrato de reabastecimento de cargas espaciais.[8] A NASA também concedeu à SpaceX um novo contrato de desenvolvimento em 2011 para demonstrar uma Dragon que seria usada para transportar astronautas para a EEI e devolvê-los com segurança à Terra.[9]


A SpaceX anunciou em 2011 que estava começando um programa de desenvolvimento de tecnologia de lançamento de foguetes reutilizáveis com fundos privados. Em dezembro de 2015, o primeiro estágio de um foguete da empresa pousou de volta em uma plataforma de aterrissagem perto do local de lançamento, onde realizou com sucesso um pouso vertical. Esta foi a primeira vez que um foguete realizou algo do tipo após um voo orbital.[10] Em abril de 2016, com o lançamento da CRS-8, o SpaceX conseguiu, com sucesso, aterrar verticalmente um primeiro estágio em uma plataforma de aterrissagem flutuante.[11] Em maio de 2016, a SpaceX novamente conseguiu aterrissar um primeiro estágio, mas durante uma missão de órbita de transferência geoestacionária significativamente mais energética.[12] Em março de 2017, a SpaceX tornou-se a primeira a relançar e aterrissar com sucesso o primeiro estágio de um foguete orbital.[13]


Em setembro de 2016, o CEO Elon Musk revelou a arquitetura da missão do programa do Sistema de Transporte Interplanetário, uma ambiciosa iniciativa privada para desenvolver tecnologia para uso em voos espaciais interplanetários tripulados e que, se houver demanda, poderia levar a assentamentos humanos sustentáveis ??em Marte até a longo prazo. Este é o objetivo principal para o qual este sistema foi projetado.[14][15] Em 2017, Elon Musk anunciou que a empresa tinha sido contratada por dois indivíduos particulares para enviá-los em uma nave espacial Dragon em uma trajetória de retorno livre em torno da Lua, o que poderia se tornar a primeira instância do turismo espacial.[16][17][18]

SAIBA MAIS: 


Mineração espacial deverá começar nos próximos anos
Empresa patrocinada por bilionários da Google quer extrair metais preciosos e água de asteroides nas próximas décadas

A dupla bilionária do Google, Larry Page e Eric Schmidt, o consagrado diretor de cinema James Cameron e alguns políticos influentes estão envolvidos na criação de uma nova empresa de mineração de asteroides, a Planetary Resources (Recursos Planetários, em tradução livre).


“Nós estamos abrindo as fronteiras do espaço no espírito daqueles que descobriram a América e conquistaram o Oeste”, declarou o co-fundador da Planetary Resources, Eric Anderson.


“Os asteroides contêm os mais interessantes materiais minerais, como ouro, ferro e plantina. Mas, um dos recursos mais valiosos para os seres humanos que pode ser encontrado no espaço é a água”, afirma Anderson, que também reforça a ideia de que combustíveis para abastecer foguetes poderão ser também extraídos do espaço, o que baratearia os custos. 

 O plano é que essa mineração aconteça em asteroides próximos da Terra, e, de acordo com os empresários, há cerca de 400 mil nessas condições. Peter Diamandis, outro fundador da empresa, declarou que nos próximos 24 meses, a Planetary Resources já terá dado o passo inicial. “Nós lançaremos o primeiro de uma série de telescópios que terão a função de estudar as características desses asteroides e encontrar os melhores deles para se construir uma base de extração.” 

SAIBA MAIS: 



Claudio Próspero
BI, Data Designer, SOA, UML-Sr. Consultant

Humanidade Multi Planetária pode ser um dos Propósitos que nos UNA?
#QuartaRevoluçãoIndustrial #SpaceX #Marte #PlanetaryResources #NASA #SingularityUniversity #ElonMusk #PeterDiamandis
***** Veja como estamos, nesta aventura humana, nos comentários de:

https://www.linkedin.com/groups/8623509/8623509-6343815295223894020


Humanidade Multi Planetária pode ser um dos Propósitos que nos UNA? 
#QuartaRevoluçãoIndustrial #SpaceX #Marte #PlanetaryResources #NASA #SingularityUniversity #ElonMusk #PeterDiamandis
***** Veja como estamos, nesta aventura humana:


Algumas pessoas dizem que " link está abrindo como indisponível ". Ainda não consegui resolver. Opção: também publicado no Grupo [Abundância Brasil (1)], do Linkedin: 


(1) Grupo do Linkedin [Abundância Brasil], de admiradores brasileiros da Singularity University (SU), onde estamos compartilhando informações sobre Fenômenos e Organizações Exponenciais e outros temas da SU.

Entendo este debate como Preparação Consciente para a Quarta Revolução Industrial.

terça-feira, 10 de outubro de 2017

Celsius pretende provocar a disrupção da indústria de crédito ao consumidor usando BlockChain


STEWART ROGERS@THEREALSJR OCTOBER 10, 2017 9:00 AM

TRADUÇÃO DE:

https://venturebeat.com/2017/10/10/celsius-is-using-BlockChain-technology-to-disrupt-the-1-1-trillion-consumer-credit-industry/

O setor mundial de crédito ao consumidor é controlado principalmente por algumas organizações que se beneficiam do processo de empréstimo e - de acordo com muitos - são responsáveis pelo estado da dívida do consumidor e estudante.

Na verdade, nos EUA, US $ 1,1 trilhão - metade do crédito ao consumidor emitido - atualmente é controlado por seis dos maiores bancos.

Atualmente, Celsius - uma plataforma de empréstimo baseada em Ethereum - anunciou seus planos para perturbar esta indústria, permitindo empréstimos instantâneos peer-to-peer. A ideia? Substitua os grandes bancos e suas taxas por fundos de amigos, colegas e outros titulares de token Ethereum.

O fundador de Celsius, Alex Mashinsky, descreve a razão pela qual ele foi atraído pela tecnologia BlockChain como base para uma nova forma de empréstimo.

"Em um banco ou sistema centralizado como o LendingClub, o organizador faz a maioria dos lucros", disse Mashinsky. "Os bancos tomam nossos depósitos e nos pagam menos de 1 por cento e imediatamente emprestam-no por 25 por cento ou mais aos cartões de crédito do nosso vizinho".

Um empresário tecnológico que detém mais de 30 patentes e que arrecadou US $ 1 bilhão em fundos com mais de US $ 3 bilhões em negócios de saída, Mashinsky viu um melhor caminho a seguir. 

A principal vantagem que o BlockChain traz é a capacidade de uma organização de membros emitir empréstimos peer-to-peer, onde todos os lucros são distribuídos através de maiores juros pagos aos credores e taxas de juros mais baixas cobradas aos mutuários ", disse Mashinsky.

Antes da tecnologia BlockChain, alcançar essa plataforma de empréstimo peer-to-peer seria um caso caro.

"O custo de manter um razão e seguir as transações é muito alto - é um terço de todos os lucros", disse Mashinsky. "Outro aspecto disso é o custo de aquisição de novos clientes: nas plataformas tradicionais custa entre US $ 200 e US $ 500 para adicionar um novo cliente. A BlockChain representa um movimento com membros muito apaixonados que recrutam seus amigos e familiares para expandir o alcance da plataforma global e, portanto, o custo de aquisição é medido em dólares individuais ".

Este novo método de empréstimos com tecnologia de BlockChain oferece um financiamento alternativo que a Mashinsky acredita que confere ao Celsius uma vantagem competitiva que os bancos não podem replicar.

"Oferecemos aos membros a chance de receberem altos juros quando tiverem um saldo positivo na carteira e dar-lhes acesso a uma linha de crédito com juros baixos quando eles ficam sem dinheiro no final do mês", disse Mashinsky. "Desta forma, eles apenas pagam a diferença. Nenhum banco fará isso porque seu objetivo é maximizar seus lucros ".

Celsius oferece aos seus usuários uma variedade de serviços e recursos. Além dos empréstimos peer-to-peer, ele fornece uma pontuação de crédito digital. Este é um elemento essencial em qualquer sistema de empréstimo, é claro.

"Usamos as fontes tradicionais e sociais de dados para marcar aplicativos", disse Mashinsky. "Ao contrário dos bancos ou outras instituições de crédito, damos um peso igual ao seu gráfico social e à sua rede de amigos como fazemos com o seu resultado FICO. Acreditamos que 'milenials' são injustificadamente penalizados por métodos da velha escola e são privados de crédito e uma chance igual de subir a escala social ".

E para aplicações que não têm pontuação de crédito, Celsius possui um sistema de "confirmação" que é - em muitos aspectos - uma versão globalizada da antiga abordagem de "garantia de crédito".

É a natureza global de Celsius que o torna particularmente atraente. Enquanto os bancos são tipicamente regulados por país, com regras de engajamento local, o Celsius é uma solução global. Os mutuários podem alavancar fiadores de todo o mundo, e esses indivíduos podem atestar, juntar suas carteiras digitais e expandir seus limites de crédito, bem como reduzir seus pagamentos de juros.

Finalmente, o Celsius oferece seguro para que, se o devedor falhar, Celsius cobre a parcela do montante principal do empréstimo para o credor e é responsável pela recuperação do dinheiro devido aos credores.

"Os padrões são tratados através de coleções tradicionais e através da rede de atendimento, pressionando os credores a pagarem", disse Mashinsky. "Todo mundo começa com pequenos empréstimos, então usamos isso para limpar a rede de atores ruins e aumentar o efeito do empréstimo e da rede com os demais bons atores. Desta forma, esperamos um fator de perda muito menor do que as plataformas de empréstimos tradicionais ".

Celsius irá realizar uma ICO para o seu Degree token em janeiro de 2018. No entanto, a empresa acaba de iniciar sua pré-venda, de US $ 30 milhões, a investidores credenciados. Celsius adicionou muitos nomes notáveis ​​aos seus grupos de consultoria, parceiros e investidores, incluindo o empreendedor serial Jeff Pulver, co-fundador da Vonage; Chris Dannen, fundador e sócio da Iterative Capital Management; Ismail Malik, fundador da BlockChainLabs; Lou Kerner, um escritor influente; e Miko Matsumura, fundadora da Evercoin.

Durante o ICO, os usuários poderão se juntar à plataforma com uma pequena compra de Degree tokens. O dinheiro arrecadado na ICO será usado para formar um conjunto geral de fundos, com outras reservas provenientes de investidores credenciados para cobrir os custos de desenvolvimento e as perdas iniciais e criar uma base de empréstimos de capital para a organização. O token, no entanto, será usado como um token de utilidade ou associação, em vez de segurança ou comércio. Ao se juntarem, os membros receberão um contrato inteligente com limite de crédito e baixa taxa de juros dentro dos minutos de aplicação.

As tecnologias BlockChain concentraram-se principalmente no mercado de criptomoedas, mas a aplicação desta tecnologia no mundo bancário provocou muitas discussões sobre como os bancos reagirão à marcha do progresso e o que eles podem fazer para manter o controle sobre o ecossistema bancário.

"Acreditamos que os bancos precisarão se ajustar drasticamente para competir com soluções baseadas em criptografia", disse Mashinsky. "O BlockChain é um fenômeno global que não pode ser facilmente interrompido ou regulamentado, e representa uma nova mudança de paradigma para o setor financeiro. Nós vemos isso como a terceira onda da internet, que se reestruturará e forçará a reinvenção de quase todos os processos financeiros que hoje estamos usando".

Mashinsky acredita, naturalmente, que os sistemas e organizações bancárias tradicionais irão lutar na esteria da tecnologia BlockChain.

"A BlockChain destrói fronteiras tradicionais e barreiras regulatórias e as substitui por sistemas que fazem o que é do melhor interesse de seus membros", disse Mashinsky. "Portanto, esperamos que 90% dos lucros das operações bancárias e de empréstimos tradicionais se evapore ao longo do tempo à medida que a ampla população adota essas novas ofertas".

Se essa afirmação ousada se tornará realidade ainda está por ser visto, mas uma coisa é clara. A tecnologia BlockChain não é apenas uma maneira de simplificar os sistemas bancários existentes. É potencialmente uma maneira de substituir completamente o status quo, e soluções como Celsius são um passo inicial nessa direção.

sexta-feira, 6 de outubro de 2017

Os planos estão tomando forma para transformar a cidade e o emirado de Dubai no primeiro governo baseado em BlockChain.


Poderia o BlockChain operar uma cidade estado? Conheça o futuro de Dubai, empoderado por BlockChain.
Os planos estão tomando forma para transformar a cidade e o emirado de Dubai no primeiro governo baseado em BlockChain.

TRADUÇÃO DE:

No começo deste ano, Dubai anunciou sua intenção de se transformar no primeiro governo operado em BlockChain, no mundo, até 2020.

Essas ambições fazem parte do objetivo do emirato de se tornar um centro de negócios global, com tecnologia de próxima geração desempenhando um papel fundamental na implementação desta visão.

Embora a maioria das iniciativas de blockchain ainda estejam em suas fases iniciais, o relatório anual Hype Cycle for Emerging Technologies, da Gartner, prevê que no "longo prazo ... essa tecnologia levará a uma reforma de indústrias inteiras".

É um otimismo que se espalhou para várias empresas, governos e empresários em Dubai.

Em 2016, mais de 30 entidades governamentais e empresas internacionais se uniram para lançar o Global Blockchain Council.

Seus membros anunciaram mais tarde vários projetos de prova de conceito, abrangendo tudo, desde registros de saúde e despacho de mercadorias, registros comerciais e esforços para usar a tecnologia blockchain para tentar reduzir a propagação de diamantes de conflito.

GOVERNO INTELIGENTE SEGURO
Uma razão importante para a adoção de blockchain, argumenta Ahmed Adly, diretor sênior de computação em nuvem da Oracle, é a capacidade da tecnologia de manter os dados seguros e otimizar as decisões empresariais.

"Ao proteger dados, o blockchain pode reduzir os custos associados à fraude, conformidade e relatórios financeiros. Ele também adiciona um nível extra de segurança para bancos, registros médicos, registros de propriedade, faturas e outros ativos que contêm informações confidenciais", ele diz à ZDNet.

Com base na tecnologia do livro-razão distribuído, o blockchain é uma estrutura para compartilhar, replicar e atualizar dados em uma rede que compreende milhares de dispositivos, diz ele.

"Pode manter os dados seguros, visíveis, rastreáveis e invioláveis, e permite transações em tempo real entre várias partes".


Também: 
Guia executivo para implementar a tecnologia blockchain 

Blockchain explicado em inglês simples
http://www.zdnet.com/article/blockchain-explained-in-plain-english/

Segurança à parte, outros benefícios potencialmente viabilizados por esta plataforma incluem velocidade e outras eficiências.

De acordo com Smart Dubai, uma entidade governamental encarregada de explorar tecnologias inteligentes para "capacitar, entregar e promover uma experiência de cidade eficiente, perfeita, segura e impactante para residentes e visitantes", a estratégia de BlockChain, de Dubai, poderia economizar 25,1 milhões de horas-homem, cerca de 5,5 bilhões dirhams, ou US $ 1,5 bilhão, em poupança por ano.

Grande parte dessa produtividade aprimorada será decorrente da mudança para o governo sem papel, com o processamento de documentos eletrônicos, removendo cerca de 100 milhões de transações de papel por ano.

"Nos próximos anos, veremos BlockChain reformar áreas de negócios tais como transações, armazenamento de valor, contratação, gerenciamento de dados, segurança, comunicações e muito mais", prevê Adly.

OPORTUNIDADES DE BLOCKCHAIN
O CEO da ArabianChain Technology, Mohammed Alsehli, diz que a estratégia da cadeia de blocos se encaixa com o objetivo do emirado de se tornar um líder global na economia inteligente, alimentando o empreendedorismo e a competitividade.

Fundada por Alsehli e Walid Messaoudi em fevereiro de 2016, ArabianChain, tem como objetivo "revolucionar a forma como os governos, as empresas e as pessoas percebem e lidam com a economia, os serviços eletrônicos e a transformação digital, liderando o pensamento empresarial e a inovação na tecnologia blockchain".

A empresa da Alsehli, que tem operações nos Emirados Árabes Unidos, Arábia Saudita e Kuwait, recentemente criou 3 milhões de dirhams (US $ 820,000) em capital para apoiar sua expansão.


Principais jogadores: 
Os gigantes bancários se juntam à plataforma de comércio UBS , suportada pela Serviço BlockChain em Núvem, da IBM

Oracle lança Serviço BlockChain em Núvem

Por que implementações de BlockChain  prosperam em um ecossistema

Além das moedas, a tecnologia BlockChain mantém uma promessa de segurança mais ampla

Tecnologia de contabilidade síncrona (tipo BlockChain ): as empresas a acompanhar


De acordo com o coinmarketcap.com, o limite de mercado para todas as moedas cripto e ativos digitais em 2013 foi de US $ 1 bilhão, onde hoje é de cerca de US $ 94 bilhões, ele diz à ZDNet.

"Esse é um aumento tremendo em um período de quatro anos. Isso dá a você um vislumbre da taxa de adoção e quanto tempo a tecnologia se tornará comum", diz ele.

As grandes empresas estão bem conscientes de suas capacidades, e muitos governos já possuem um roteiro [1] para atingir seus objetivos através da cadeia de blocos, de acordo com Alsehli.



DESAFIOS DO BLOCKCHAIN
Mas esse crescimento fenomenal apresenta desafios. Ahmed Adly, da Oracle, diz porque a região adotou BlockChain apenas recentemente: ainda falta infraestrutura para suportar todas as funções da tecnologia.

"Aplicativos como Internet of Things (IoT) [N.T.: Internet das Coisas] e transações financeiras precisam de taxas de transação mais rápidas, que a infra-estrutura atual não pode fornecer completamente", diz ele.

Blockchain também precisa crescer em termos de escalabilidade, privacidade e confidencialidade.

"Estamos trabalhando para enfrentar esses desafios e acelerar a adoção empresarial da BlockChain", diz ele.

Com Dubai como lar de uma das infraestruturas tecnológicas mais avançadas do mundo, essas preocupações são menos um problema para Mohammed Alsehli, da ArabianChain Technology, que acredita que "do ponto de vista da infra-estrutura, as organizações da região MENA não exigem uma grande diferença da infra-estrutura atual, para BlockChain".

O que é mais urgente, da perspectiva de Alshehli, é que, com a BlockChain em seus primeiros estágios de adoção, há uma falta de habilidades técnicas.

"Certamente, levará tempo para construir esse conhecimento e isso acontecerá quando experimentarmos a tecnologia", diz ele.

MOVENDO-SE À FRENTE
A adoção da tecnologia BlockChain por múltiplos setores é essencial para ser um sucesso.

Ahmed Adly, da Oracle, diz que é imperativo que os setores público e privado trabalhem juntos para tornar BlockChain a norma.

Alsehli da ArabianChain Technology exorta ambos os setores a "priorizar os serviços que podem ser aprimorados pela aplicação desta tecnologia".

Uma das razões pelas quais esse tipo de parceria está potencialmente bem colocada para ter sucesso, sugere Adly, pode ser encontrada na forma como "BlockChain pode agilizar transações, gerenciamento de cadeia de suprimentos e fabricação. Sua rede distribuída permitiria transações em tempo real entre os dois setores".

O FUTURO
Para Alsehli, a natureza incipiente desta tecnologia apresenta uma oportunidade.

"ArabianChain é a primeira empresa na região a desenvolver uma plataforma pública e descentralizada para contratos inteligentes em BlockcChain", diz ele.

O próximo passo é lançar uma plataforma de negociação de ativos digitais nos próximos meses. É chamado Thuraya e provavelmente é o primeiro programa de contratos inteligentes que suporta o árabe.

"Ao lançar esta plataforma, buscamos oferecer aos usuários uma experiência confiável e eliminar o monopólio no mercado, aumentar a concorrência e apoiar a inovação", diz ele.

"A longo prazo, nosso objetivo é assegurar uma transição suave das soluções bancárias islâmicas e dos serviços governamentais para BlockcChain, além de manter uma lista impressionante de clientes".

Grande parte do foco da Oracle, diz Ahmed Adly, envolve o uso da tecnologia BlockcChain para ajudar a apoiar o crescimento contínuo da Internet das Coisas.

"Blockchain como plataforma poderia proteger contra uma das maiores ameaças da IoT - segurança", diz ele. "Também permitiria que os dispositivos IoT participassem de transações comerciais e se interligassem de forma confiável".

A empresa também está em negociações para se juntar à Hyperledger, uma iniciativa aberta de todo o setor para avançar a tecnologia blockchain, governada pela Fundação Linux.

"À medida que a adoção do blockchain aumenta, esperamos que seja um serviço em nuvem para beneficiar os negócios no Oriente Médio", diz Adly.

Com plataformas nativas, alvos de governo arrojados e multi-nacionais principais que trabalham ativamente neste espaço, é claro que as aspirações de blocos de Dubai estão sendo levadas a sério. Como resultado, os planos de bloco de bloco de Dubai, embora ainda embrionários, podem muito bem se concretizar mais cedo do que você pensa.

COBERTURAS ANTERIORES E RELACIONADAS:
Glossário rápido: Blockchain [Tech Pro Research]

Os sistemas BlockChain fazem parte de uma tendência que está movendo a era da Internet da informação para uma era de internet de valor.



Blockchain está se espalhando além das finanças: agora está matando falsos certificados de garantia de qualidade

A empresa norueguesa DNV GL está mudando seus certificados de garantia de qualidade para uma BlockChain privada para eliminar falsificações.


Sim, Blockchain poderia reverter o curso da civilização e fazer a disrupção das empresas mais poderosas do mundo




Tópicos relacionados:

Ripple começou a revolucionar um dos maiores corredores de remessas monetárias que existe. Que excelente momento para ser investidor no xrp

O maior banco islâmico do mundo, o banco Arábia Saudita Al Rajhi Bank completou com sucesso um teste do blockcain Ripple, onde ele transferiu dinheiro entre o banco da Arábia Saudita e agências bancárias da Jordânia. Esta notícia vem após uma boa semana para o banco em Tadawul, o mercado de ações da Arábia Saudita, no qual negocia, onde fechou em uma alta de 32 meses. Os especialistas TechSci pesam sobre os desenvolvimentos à medida que se desenvolvem.




Oracle Injetando Mais Aplicações em Nuvem com Inteligência Artificial
Por: Chris Preimesberger | 02 de outubro de 2017 
()ANÁLISE DE NOTÍCIAS: a Inteligência Adaptativa da Oracle está sendo incorporada em aplicativos baseados em nuvem existentes para oferecer mais capacidade de tomada de decisão para usuários de linha de negócios.




Um ambiente de co-inovação de 22.000 m² que é a tradução perfeita do ecossistema inovaBra.

Aqui, empresas, startups, investidores, mentores e empreendedores geram novos negócios e buscam soluções inovadoras com base no networking e na colaboração.



#Bradesco #Disrupção  #Inovação #OrganizaçõesExponenciais  #Start up #TransformaçãoDigital



O Habitat é resultado de uma parceria com a rede Wework. O objetivo é dividir as empresas em andares, de acordo com a tecnologia com que trabalham, como BlockChain, Big Data e Algoritmos, Internet das Coisas, Inteligência Artificial, API e Plataformas Digitais.

Outra iniciativa anunciada é o inovaBra Lab, um espaço de desenvolvimento de provas de conceito, em Alphaville. A previsão de inauguração dos dois espaços é no fim do ano.

https://www.inovabra.com.br/habitat/




Vikram Pandit, ex-CEO do Citigroup de 2007-2012, diz que 30% dos empregos bancários podem desaparecer nos próximos cinco anos

Citigroup está equipando um novo centro que desencadeará a automação  em todo o banco

Transformação ágil do ING
Dois executivos seniores do banco global descrevem sua jornada recente.
Empresas estabelecidas em todo o mundo e em vários setores estão se esforçando para imitar a velocidade, o dinamismo e a centralização no cliente dos players digitais. 

No verão de 2015, o grupo bancário holandês ING iniciou essa jornada, mudando sua organização tradicional para um modelo "ágil" inspirado em empresas como o Google, Netflix e Spotify. 

Com cerca de 350 "esquadras" de nove pessoas em 13 tribos, como chamados, a nova abordagem no ING já melhorou o tempo até o mercado (lançamento de produtos), impulsionou o engajamento dos funcionários e aumentou a produtividade. 

Nesta entrevista com o Deepak Mahadevan, da McKinsey, o diretor de informação da ING, Holanda, Peter Jacobs e Bart Schlatmann, que, até recentemente, era o diretor de operações da ING Netherlands, explicam por que o banco precisava mudar, como gerenciar sem as antigas linhas de reporte, e como ele mede o impacto de seus esforços.




LEIA AQUI:



Como será a Indústria Financeira do Futuro? 

Quais as expectativas dos Clientes?  
"Finanças no Futuro"  

Leia aqui: 




19 Industries em que Blockchain provocará disrupção
Blockchain é uma tecnologia de contabilidade distribuída que está subjacente a criptomoedas como Bitcoin. Ele fornece um modo de registro transparente, seguro, auditável e resistente a desastres. A cadeia de blocos tem a capacidade de tornar as organizações que o utilizam transparentes, democráticas, descentralizadas, eficientes e seguras. É uma tecnologia que tem muitas promessas para o futuro, e já está provocando disrupção em muitas indústrias.

(ligar tradução automática)


Haverá um massacre das empresas tradicionais por "novos entrantes"?


sábado, 2 de setembro de 2017

Aplicativos inteligentes de BI, habilitados para Aprendizagem de Máquina, hoje, podem fornecer respostas instantâneas para consultas comerciais complexas.


Machine Learning (ML) transformou a computação tradicional, permitindo que as máquinas aprendessem com os dados.

Os algoritmos de Aprendizagem de Máquinas possuem inteligências incorporadas para usar dados disponíveis para responder a perguntas. Além de usar dados para aprender, os algoritmos ML também podem detectar padrões para descobrir anomalias e fornecer soluções.

Insegurança de Ambientes: Aprendizagem de Máquinas pode avançar um passo à frente dos seres humanos e retirar violações de segurança não identificadas nos sistemas públicos.

Os casos de uso da Aprendizagem de Máquina estão sendo aprimorados todos os dias, com o potencial de detectar eventos imprevistos muito antes de acontecerem e até mesmo sugerir prováveis ​​ações corretivas.
Nos últimos anos, com o avanço da ciência da Inteligência Artificial (AI) e o desenvolvimento de aplicativos com Aprendizagem de Máquinas, os   algoritmos atingiram novas alturas.

Hoje, estamos vendo a frente uma economia de algoritmos robustos, onde até mesmo uma pequena e comum empresa comercial pode comprar algoritmos embalados projetados como soluções empresariais.

A súbita comercialização de ML foi possível em grande parte devido à disponibilidade de hardware superior e mais barato, arquiteturas de processamento e aumento de tecnologias de suporte como Big Data e Hadoop

De acordo com o Webinar da DATAVERSITY®, Estratégias de Adoção da Aprendizagem da Máquina (ML), o mercado de aplicações ML está em constante amadurecimento e os usuários devem selecionar a abordagem e as soluções certas, do conjunto de aplicativos disponíveis, para obter uma solução de negócios particular, baseada em  Aprendizagem da Máquina (ML),   adequada a seus ambientes de negócio .

Com a crescente popularidade de aplicativos ou sistemas "inteligentes" que eliminam as rotinas de BI, mais e mais empresas estão dispostas a fazer parceria com os fornecedores de aplicativos ML para automatizar parcial ou totalmente seus sistemas de BI avançados. O aprendizado de máquina da DATAVERSITY, para Modelagem de Dados e Testes, indica que a automação rápida de tarefas como a modelagem de dados reduziu consideravelmente a complexidade de usar essas soluções ML pré-fabricadas.

 Enquanto no cenário tradicional de BI das empresas, os cientistas de dados experientes gastaram horas de trabalho  de detecção de  padrões, a partir de dados existentes, para prever resultados futuros, os aplicativos inteligentes de BI, habilitados para ML hoje podem fornecer respostas instantâneas para consultas comerciais complexas.

Este artigo cita o exemplo do BeyondCore, que tem a capacidade de criar modelos de dados para vários tipos de análise. Especificamente, em soluções de descoberta de dados, os fornecedores de aplicativos fornecem funções automatizadas de modelagem de dados para auxiliar funções avançadas de Business Intelligence. Os algoritmos de Aprendizagem de máquinas têm existido por algum tempo, mas a capacidade de "Aprendizagem não supervisionada", juntamente com Big Data, catapultou os sistemas de BI alimentados por ML em uma nova era de Data Analytics. Neste artigo do SAS, o autor estabelece que a Ciência da Aprendizagem de hoje chega a suportar a "aprendizagem iterativa" a partir de novos dados.

À medida que as tecnologias AI, ML e Deep Learning continuam a evoluir, a adoção de tecnologias de dados será mais rápida e em todo o cenário empresarial global, não apenas em grandes empresas.

O objetivo final dos provedores de previsão de dados é trazer soluções prontas, a um custo acessível para os proprietários de empresas de médio e pequeno porte, para que essas tecnologias tenham o alcance mais amplo.

A outra tendência notável é que os casos de uso da Aprendizagem em Máquina estão crescendo rapidamente em todas as áreas verticais e a integração de Big Data, Cloud, IoT e Hadoop acelerou o crescimento e a implementação de tais casos de uso.

Hoje, grandes, médias e pequenas empresas têm a capacidade de acessar e implementar ferramentas "inteligentes" para marketing personalizado, análise de risco e fraude, manutenção preditiva de equipamentos, para citar alguns.

Os sistemas de AI certamente não são completos, mas, eventualmente, essas novas tecnologias de dados transformarão coletivamente a paisagem do BI de negócios.

 Leia também:
Analytics Teams Eye Machine Learning Use Cases to Boost Business
 para descobrir mais sobre os desenvolvimentos recentes nas tecnologias AI e ML.

TRADUÇÃO DE:

Machine Learning Use Cases for Data Management
http://www.7wdata.be/data-analysis/machine-learning-use-cases-for-data-management/

quinta-feira, 4 de maio de 2017

Modelagem (Projeto, em Engenharia Software) como FERRAMENTA para Evitar que Complexidade torne-se Complicação



Na Engenharia Civil a utilização dos Artefatos de Projeto, desenvolvidos incrementalmente e constantemente comparados entre si - com base em um Projeto Arquitetônico ACEITO PELO CLIENTE (o que deve ser construído deve estar definido ANTES DO INÍCIO DA CONSTRUÇÃO) - evita interferências indesejadas, no momento da construção da edificação (exemplos: dutos elétricos ou hidráulicos que precisam ser desviados, no momento da construção (afetando custo, prazo e qualidade) por não ser possível furar uma laje de sustentação - falha na comparação dos artefatos de projeto de lajes com os artefatos de projeto elétricos ou hidráulicos, durante suas elaborações).

Na Analise de Negócio ou de Sistemas, cada vez menos temos um Negócio ou Sistema operando e a ser AUTOMATIZADO (definido e observável). E, cada vez mais, temos um Projeto de Negócio ou Sistema como Implantação de Novos Conceitos e Tecnologias para CRIAR UMA OPORTUNIDADE EMPRESARIAL. Nesta nova situação, os Analistas de Negócio, de Sistemas e os Representantes do Cliente se parecem, cada mais, com os cegos, da Parábola Hindu – Os Cegos e o Elefante, tentando desenhar o Processo / Sistema com várias visões fragmentadas do que ele pode / deve ser. E, como na parábola, a solução é utilizar o máximo de perspectivas (Artefatos) sobre o Processo / Sistema, em projeto, para desenhá-lo e se comunicarem entre si, maximizando as chances de otimizar Custo, Prazo e Qualidade (principalmente os custos de Oportunidade (atraso em obter os benefícios ou ser suplantados por concorrente - geralmente muito pior que os aumentos de custo do Processo / Sistema, em si). Por isso é que os Artefatos UML não são apenas Produtos da Analise / Projeto, mas FERRAMENTAS para produzir COMPREENSÃO do Processo / Sistema, para todos os envolvidos em sua Construção (que se torna mais EFICAZ (são evitadas interrupções, retrabalhos, etc.), por minimizar falhas de compreensão, ou definição, do que DEVE SER CONSTRUÍDO).


COMPLEXIDADE
Complexidade, em sistemas, envolve a crescente interação de múltiplos objetos (algoritmos, conceitos, leis e normas, pessoas, etc.) em processos organizacionais.

"Complexidade é a abordagem transdisciplinar dos fenômenos, e a mudança de paradigma, abandonando o reducionismo que tem pautado a investigação científica em todos os campos, e dando lugar à criatividade e ao caos."

COMPLICAÇÃO
Ação ou efeito de complicar ou de se complicar; ação de fazer com que fique confuso ou difícil.
Particularidade, estado ou característica do que é complicado.
O que é capaz de complicar; dificuldade.
Coisa cujo entendimento é muito difícil: a narrativa desse filme é uma complicação imensa.
[Medicina] Agravamento observado durante a evolução de uma doença; processo agravante que ocorre no quadro médico de um paciente (aparecimento de novos sintomas).

Parábola Hindu – Os Cegos e o Elefante

elefante
“Numa cidade da Índia viviam sete sábios cegos. Como os seus conselhos eram sempre excelentes, todas as pessoas que tinham problemas recorriam à sua ajuda.
Embora fossem amigos, havia uma certa rivalidade entre eles que, de vez em quando, discutiam sobre qual seria o mais sábio.
Certa noite, depois de muito conversarem acerca da verdade da vida e não chegarem a um acordo, o sétimo sábio ficou tão aborrecido que resolveu ir morar sozinho numa caverna da montanha. Disse aos companheiros:
– Somos cegos para que possamos ouvir e entender melhor que as outras pessoas a verdade da vida. E, em vez de aconselhar os necessitados, vocês ficam aí discutindo como se quisessem ganhar uma competição. Não aguento mais! Vou-me embora.
No dia seguinte, chegou à cidade um comerciante montado num enorme elefante. Os cegos nunca tinham tocado nesse animal e correram para a rua ao encontro dele.
O primeiro sábio apalpou a barriga do animal e declarou:
– Trata-se de um ser gigantesco e muito forte! Posso tocar nos seus músculos e eles não se movem; parecem paredes…
– Que palermice! – disse o segundo sábio, tocando nas presas do elefante. – Este animal é pontiagudo como uma lança, uma arma de guerra…
– Ambos se enganam – retorquiu o terceiro sábio, que apertava a tromba do elefante. – Este animal é idêntico a uma serpente! Mas não morde, porque não tem dentes na boca. É uma cobra mansa e macia…
– Vocês estão totalmente alucinados! – gritou o quinto sábio, que mexia nas orelhas do elefante. – Este animal não se parece com nenhum outro. Os seus movimentos são bamboleantes, como se o seu corpo fosse uma enorme cortina ambulante…
– Vejam só! – Todos vocês, mas todos mesmos, estão completamente errados! – irritou-se o sexto sábio, tocando a pequena cauda do elefante. – Este animal é como uma rocha com uma corda presa no corpo. Posso até pendurar-me nele.
E assim ficaram horas debatendo, aos gritos, os seis sábios. Até que o sétimo sábio cego, o que agora habitava a montanha, apareceu conduzido por uma criança.
Ouvindo a discussão, pediu ao menino que desenhasse no chão a figura do elefante. Quando tacteou os contornos do desenho, percebeu que todos os sábios estavam certos e enganados ao mesmo tempo. Agradeceu ao menino e afirmou:
– É assim que os homens se comportam perante a verdade. Pegam apenas numa parte, pensam que é o todo, e continuam tolos!”


VER TAMBÉM:

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013
Sistemas => Porcentagem de projetos que terminam dentro do prazo estimado = 10%; ... Porcentagem de projetos acima do custo esperado = 60% - Por que? O que fazer?

http://automacao-inteligencia-organizacional.blogspot.com.br/2013/02/sistemas-porcentagem-de-projetos-que.html

CEPRO Consultoria em Informática

https://www.facebook.com/cepro001/

quinta-feira, 30 de março de 2017

UML - [Analise, Desenvolvimento, Engenharia] de Sistemas

(Clique na imagem para ampliar)


UML - [Analise, Desenvolvimento, Engenharia] de Sistemas
CEPRO Consultoria em Informática:  https://www.facebook.com/cepro001/

Unified Modeling Language [N.T.:Linguagem de Modelagem Unificada] é uma linguagem de modelagem de uso geral que inclui uma notação gráfica usada para criar um modelo abstrato de um sistema, conhecido como um modelo UML. O modelo UML contempla:

Diagramas de estrutura: enfatizam o que os objetos devem ser no sistema que está sendo modelado

Diagramas de comportamento: enfatizam o que deve acontecer no sistema que está sendo modelado

Diagramas de interação: um subconjunto de diagramas de comportamento, enfatizam o fluxo de controle e dados entre os objetos no sistema que está sendo modelado.


VER TAMBÉM:

Business Intelligence - Uma Estrutura de Referência (Framework) para Construção



Análise de Sistemas - Evolução - Estruturada / Objeto / SOA



Fontes de imagens:

Processo (Existente ou em Design):
- httppt.depositphotos.com7903974stock-photo-teamwork-business-company-green-puzzle.html

Atividades das Equipes de Negócio e Analise:
- http://br.freepik.com/fotos-vetores-gratis/pessoas-de-negocios

UML - Overview / Diagrams:
- https://commons.wikimedia.org/wiki/Unified_Modeling_Language